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Petroleiros responderão com greve ao descaso da Petrobrás

28 de agosto de 2015
ato pretobrasbacomdap

Nesta quarta-feira, 26, a FUP protocolou na sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, documento responsabilizando a direção da empresa pelo impasse nas negociações do Acordo Coletivo de Trabalho.

Passados quase dois meses da apresentação da Pauta Política aprovada pela categoria, os gestores da Petrobrás seguem calados em relação às reivindicações, mesmo após uma semana de mobilizações, que culminaram com uma greve de 24 horas no dia 24 de julho.

O Conselho Deliberativo da FUP tornou a se reunir na terça-feira, 25, e aprovou um novo calendário de lutas para barrar o desmonte do Sistema Petrobrás, cujos impactos já estão ocorrendo em várias unidades do país, com milhares de demissões de trabalhadores terceirizados e cortes em despesas, que colocam em risco conquistas históricas da categoria. Além disso, os gestores da empresa já deram início à venda de ativos estratégicos, como parte da BR Distribuidora e a reestruturação da malha de gasodutos. Para responder a esses ataques, a FUP e seus sindicatos deliberaram por uma greve nacional dos trabalhadores da Transpetro, a partir do dia 04 de setembro.

Impasse negocial

No documento encaminhado à direção da Petrobrás, a FUP destaca as cobranças feitas em relação à Pauta Política, que foi protocolada no dia 07 de julho e que, desde então, não foi respondida pela empresa. Ao longo desse período, houve apenas uma reunião com o RH da Petrobrás, no dia 15 de julho, onde a FUP e seus sindicatos defenderam uma a uma as reivindicações da Pauta Política, propondo mudanças no atual Plano de Negócios e Gestão, cobrando a suspensão imediata da venda de ativos e a retomada dos investimentos.

Para arrancar um posicionamento da empresa, os petroleiros ainda estabeleceram prazo até o dia 21 de agosto para que os gestores respondessem à categoria. A postura da direção da Petrobrás, no entanto, é de total descaso com a Pauta Política. Além do silêncio em relação às reivindicações, a empresa autorizou a abertura de 25% do capital da BR, reduziu as metas de produção de petróleo, está abandonando projetos estratégicos e reduzindo investimentos fundamentais para preservar o Sistema Petrobrás, como uma empresa integrada de energia.

Fonte: site da FUP



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