Servidores de Joinville (SC) foram à greve

Comando de Greve em ação durante o movimento

Em 2 de março, os servidores municipais de Joinville, em assembleia do seu sindicato, o Sinsej, decidiram suspender a greve iniciada em 17 de fevereiro contra a reforma da Previdência no município e pela abertura de negociações sobre reajuste salarial, mantendo a ocupação da antessala do gabinete do prefeito Udo Dohler (MDB) que ocorre desde 20 de fevereiro.

A assembleia, feita na Câmara Municipal, decidiu uma nova paralisação em 18 de março, somando-se à mobilização nacional prevista nesta data.

A presidente do Sinsej, Jane Becker, declarou que “saímos dessa greve com a cabeça erguida e duas vitórias importantes: a rejeição do PLC 51/2019, que extinguia o cargo de supervisor II e criava gratificação para 30 servidores indicados na Secretaria de Educação, e o adiamento da votação do PLC 03/2020, referente ao Ipreville (instituto de previdência), na Comissão de Legislação da Câmara”.

Na nova assembleia, com paralisação, em 18 de março será avaliada a primeira reunião de negociação com o prefeito, marcada para o dia 16, continuando a ocupação no seu gabinete até essa data.