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	<title>Arquivo de Editorial - O Trabalho</title>
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		<title>Enfrentar o Congresso reacionário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 21:34:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Fixo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há muito que discutir &#8211; e lições a tirar &#8211; para o PT na atual conjuntura política. Lula viu um aumento de popularidade após se chocar com o Congresso no primeiro semestre do ano, quando este impediu o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A partir dali ficou claro para o povo que a [&#8230;]</p>
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<p>Há muito que discutir &#8211; e lições a tirar &#8211; para o PT na atual conjuntura política. Lula viu um aumento de popularidade após se chocar com o Congresso no primeiro semestre do ano, quando este impediu o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A partir dali ficou claro para o povo que a direita e a extrema-direita eram contra aumentar impostos para os bancos e os milionários. Lula corretamente defendeu a taxação dos super-ricos e até levantou o pirulito do DAP no 2 de julho na Bahia com essa palavra de ordem.</p>



<p>Foi com a força do povo, mobilizado nas grandes manifestações de 21 de setembro, que fez com que o governo conseguisse, finalmente, aprovar a mudança no Imposto de Renda. Como todo mundo viu o Centrão, “base aliada” inclusive, fez o que pode para impedir a votação, enrolou meses e meses. Chantageou o governo pedindo mais liberação de emendas parlamentares e foi derrotado pela força das ruas, depois que uma maioria popular se revoltou contra a aprovação do abjeto projeto de lei que impedia a investigação criminal sobre os parlamentares e o andamento do PL da Anistia aos golpistas de 8 de janeiro.</p>



<p>Foi um alívio para o governo e para os petistas, mas durou pouco. Voltaram à carga após Claudio Castro comandar a maior chacina já feita pelas Polícias Militares do país no morro do Alemão e Penha. Não por acaso o governador defendeu a chacina em nome do combate ao “narcoterrorismo”. O mesmo argumento que Trump usa para justificar sua ameaça militar contra Venezuela e outros países da América Latina. Logo os governadores bolsonaristas se juntaram para apoiar o governador do Rio e criticar Lula.</p>



<p>O presidente tomou a decisão de enviar ao Congresso o contraditório PL Anti-facção. O que serviu para o Centrão, novamente, sabotar o governo com o auxílio dos bolsonaristas. Enquanto isso, nem a Procuradoria Geral da República, nem o Ministério Público Federal ou o Ministério da Justiça fizeram o que deveria ser feito: solicitar a federalização da investigação de uma operação policial que foi como o próprio Lula disse alguns dias depois, uma verdadeira matança.</p>



<p>Os participantes, com razão, levantaram a palavra de ordem nas manifestações de setembro “Congresso inimigo do povo”. Há por trás disso o sentimento de que não dá mais para continuar com esse sistema político dominado pelo Centrão. Cada vez mais opulento, alimentado pelos bilhões de reais que desviam do orçamento público para comprar apoio nas eleições por meio das emendas parlamentares.</p>



<p>É preciso falar claro e combater essa maioria reacionária em vez de tratá-la como “base aliada”. Não confiar em Motta e Alcolumbre que junto com Antonio Rueda (presidente do União Brasil) e Ciro Nogueira (presidente do Progressistas) só fazem sabotar o governo. Agora, eles aparecem junto com o governador bolsonarista do DF envolvidos com os negócios sujos do Banco Master. Eles desviaram bilhões de reais do Banco de Brasília e de fundos de previdência dos servidores públicos de diversas cidades para comprar títulos financeiros fraudulentos fabricados pelo dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Tudo isso deveria servir para uma reflexão. Este ano tivemos uma amostra que o PT e o governo podem enfrentar essa maioria reacionária do Congresso apoiado na mobilização popular. Mas, para derrotá-la, só com uma reforma política que abra caminho para romper com esse sistema dominado pelo poder econômico e a corrupção e fazer, finalmente, uma verdadeira Assembleia Constituinte Soberana, que o Brasil ainda não fez. É o que pode abrir o caminho para resolver os problemas mais sentidos do país e dos trabalhadores como a revogação da reforma trabalhista e previdenciária, a desmilitarização da PM, levar a frente o fim da escala 6&#215;1 e tantas outras questões. É uma discussão central para o PT e as candidaturas que se reivindicam da classe trabalhadora e da maioria oprimida da nação para as próximas eleições.</p>



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		<title>Outubro e novembro de grandes embates clamam por respostas à altura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 23:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Fixo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Outubro terminou com a inominável chacina do Rio de Janeiro, com sua lista de 121mortes. É a Polícia Militar e armada até os dentes para combater o inimigo interno. Todo o contrário de, sem tiros nem mortes, seguir o caminho do dinheiro e ir atrás dos que de fato enriquecem com o tráfico, como sinalizou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Outubro terminou com a inominável chacina do Rio de Janeiro, com sua lista de 121mortes. É a Polícia Militar e armada até os dentes para combater o inimigo interno. Todo o contrário de, sem tiros nem mortes, seguir o caminho do dinheiro e ir atrás dos que de fato enriquecem com o tráfico, como sinalizou a operação Carbono Oculto.</p>



<p>E quando a direita se levanta para encobrir Claudio Castro, o faz associando-se à “guerra ao narcoterrorismo” de Trump para a América Latina. Fazendo com que a vontade de Flávio Bolsonaro de que Trump bombardeie barcos na Baia de Copacabana, possa deixar de ser uma piada para ser um problema real. Isso poderia vir a acontecer se prosperar Projeto de Lei em tramitação no Congresso Nacional que permite considerar tráfico como narcoterrorismo.</p>



<p>Enquanto isso, também no Congresso inimigo do povo, a ofensiva contra direitos, a soberania e o patrimônio público, não nos dá refresco.</p>



<p>A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 38 da reforma administrativa de Hugo Mota tramita às pressas no Congresso, mas os servidores públicos deram seu recado na Marcha ao DF do último dia 29 (ver pág. 7). Em Minas Gerais, a luta contra a privatização da água ganha força (ver pág. 4).</p>



<p>No plano Internacional, enquanto Trump segue a ameaça de agressão militar primeiro à Venezuela, depois à Colômbia e México, sob o pretexto de combater o narcoterrorismo, é hora de exigir o fim das ameaças militares dos EUA, uma ameaça a todo o continente.</p>



<p>Frente à resistência, que nunca cessou, a defesa do povo palestino se expressou nas greves na Itália, manifestações gigantes na Inglaterra, assim como, noutro plano, se expressa em e manifestações e greves na Espanha, Peru, Sérvia, Marrocos, além, claro, nos EUA, no coração do império, onde milhões foram às ruas. Onde também avança a luta com a vitória do candidato socialista Zohran Mamdani para prefeito de Nova York, com uma plataforma apoiada em reivindicações populares e sem concessões, que mostra o caminho que todos devemos seguir desde já.</p>



<p>E, para ajudar a agrupar forças decisivas para a ruptura sem concessões com o sistema decadente que sufoca os trabalhadores, nessa edição, seguimos acompanhando os desdobramentos da Conferência Continental pelo Direito à Migração, realizada no México no final de setembro, e do Comício contra a Guerra, de 5 de outubro em Paris (ver pág. 12).</p>



<p>E foi a luz desse cenário que no último dia 1 de novembro, o Comitê Nacional do Diálogo e Ação Petista realizou uma reunião nacional ampliada com a participação de companheiros e companheiras convidados, com os quais combatemos ombro a ombro nos últimos meses, para discutir respostas para a situação e construir iniciativas comuns para o próximo período. Foi adotada uma Declaração de campanha imediata pela federalização da investigação das chacinas e os presentes também decidiram se engajar na Convocatória da Jornada Continental em Defesa do Direito à Migração e pela Soberania Nacional.</p>



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		<title>A resistência no mundo avança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 18:26:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O capitalismo traz consigo a guerra e o genocídio, a miséria e a fome, a opressão, o aprisionamento e a divisão dos povos. É o que tem a oferecer à maioria da humanidade. O governo de Donald Trump nos EUA – o principal imperialismo do mundo – mostra a terrível face desse sistema. Internamente reprime [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O capitalismo traz consigo a guerra e o genocídio, a miséria e a fome, a opressão, o aprisionamento e a divisão dos povos. É o que tem a oferecer à maioria da humanidade.</p>



<p>O governo de Donald Trump nos EUA – o principal imperialismo do mundo – mostra a terrível face desse sistema. Internamente reprime o próprio povo e persegue imigrantes com o ICE (serviço de imigração), que vai ganhando contornos cada vez mais de milícia fascista. Intervém em países na América – como no Brasil &#8211; e amplia suas ameaças militares à Venezuela. No fechamento dessa edição Trump autorizou ações clandestinas da Agência Central de Inteligência (CIA) dentro da Venezuela. A diretiva também permite à CIA realizar operações letais no território sul-americano!</p>



<p>Seu “plano de paz” para a Palestina não passa de um projeto de tutela militar estrangeira. É um plano abjeto que visa criar uma administração de caráter colonial sob a faixa de Gaza, com o vergonhoso apoio de diversos países árabes, que continuaria o extermínio de seu povo ampliando a segregação. Não tardou em reaparecerem projetos da indústria da construção para criar uma ‘Riviera’ em Gaza, sobre escombros e dezenas de milhares de cadáveres.</p>



<p>Na guerra da Ucrânia, estima-se em 300 mil o número de mortos mais outras dezenas de milhares de incapacitados.</p>



<p>Mas a resistência segue se expressando.</p>



<p>Desde dentro do império – por democracia, pela causa dos imigrantes e por direitos – e por vários cantos do mundo. A solidariedade ao povo palestino, com multidões e greves – como duas vezes na Itália – foram pontos nevrálgicos para levar ao cessar-fogo que está em vigor em Gaza.</p>



<p>Na Rússia, as pesquisas mostram que três quartos da população querem negociações imediatas e o fim da carnificina na Ucrânia. Só no primeiro semestre deste ano, a Ucrânia já registrou 125 mil casos de deserção.</p>



<p>Nesta edição trouxemos aos leitores uma cobertura especial de duas iniciativas internacionais, que foram verdadeiros chamados à luta e a ruptura com o sistema.</p>



<p>Uma delas foi a Conferência Continental pelo Direito a Migrar, ocorrida no México no final de setembro (ver págs. 10, 11 e 12). O direito a migrar é uma das bandeiras mais antigas do movimento operário. É uma confrontação ao fato de que o capital é livre sobre as fronteiras nacionais, mas os trabalhadores não. Esses, muitas vezes, são prisioneiros delas. Frequentemente encarcerados. A atividade no México apontou, como continuidade, para uma Jornada Continental em março de 2026.</p>



<p>A segunda iniciativa foi uma conferência, seguida do Comício de Paris – em 4 e 5 de outubro &#8211; com o mote “Nem um centavo, nem uma arma, nem uma vida humana para a guerra!” (Págs. 7, 8 e 9). Nos dois dias participantes de 18 países europeus, mais EUA e Palestina, estiveram em um ambiente com ares de muito entusiasmo.</p>



<p>Como disse um dos oradores no Comício de Paris, e que se aplica muito bem à conjuntura de hoje, trata-se de “Uma luta daqueles que erguem muros e daqueles que os derrubam”.</p>



<p>Boa leitura!</p>



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<p></p>
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		<title>Punição aos golpistas, defender a nação e o povo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 00:12:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Começou no STF o julgamento de Bolsonaro e mais sete por tentativa de golpe. Entre eles o general&#160;Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa, o general da reserva&#160;Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, o general da reserva&#160;Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional e o almirante&#160;Almir Garnier Santos,&#160;ex-comandante da Marinha. Pela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Começou no STF o julgamento de Bolsonaro e mais sete por tentativa de golpe. Entre eles o general&nbsp;<strong>Paulo Sérgio Nogueira</strong>, ex-ministro da Defesa, o general da reserva&nbsp;<strong>Walter Braga Netto</strong>, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, o general da reserva&nbsp;<strong>Augusto Heleno</strong>, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional e o almirante&nbsp;<strong>Almir Garnier Santos,&nbsp;</strong>ex-comandante da Marinha. Pela primeira vez um ex-presidente da república e generais são julgados com a acusação de golpe de Estado (ver pág. 9).</p>



<p>Julgamento que ocorre sob ingerência de Trump no país, com o ataque econômico das taxações e chantagem política pela anistia dos golpistas.</p>



<p>Há grande expectativa pela punição. Mas no Congresso Nacional começou o conchavo para votar uma lei de anistia. Até um editorial do Estadão, em 4 de setembro, chamou o acordo que se costura de “pornográfico”, uma busca por impunidade “urdida nos subterrâneos”.</p>



<p>Nem tão subterrâneo assim. É à luz do dia, com articulação dos nobres deputados e senadores e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.</p>



<p>“Não é a primeira vez que o Brasil se depara com movimento desse jaez. Só no período republicano, cerca de 40 anistias foram aprovadas, quase sempre com o propósito de livrar a cara de militares e políticos [..]. O resultado foi [..] nefasto para. Ao invés de fortalecer a democracia e ensejar a “pacificação da sociedade”, como apregoam os modernos arautos da impunidade, as anistias só serviram de incentivo para novas aventuras golpistas.” Disse o mesmo editorial.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-f6d5978b3795f51d06a694e0225b1e48"><strong>Da impunidade só</strong><br><strong>herdamos infortúnios</strong></h2>



<p>O que sairá desses conchavos nesse Congresso Nacional, ainda não sabemos. Mas coisa boa não pode ser.</p>



<p>O que sabemos, como brasileiros,é que da impunidade, herdamos muitos infortúnios. A “Garantia da Lei e da Ordem” (GLO), cravada no artigo 142 da Constituição &#8211; que permite às Forças Armadas intervirem na vida política – e as PMs dos estados, que foram militarizadas na ditadura, e são a ponta de lança dos assassinatos nas periferias, para ficar em dois exemplos. Aos generais e carrascos se permitiu e permite render homenagens, com nomes de ruas e escolas.</p>



<p>É essa impunidade que alimentou o plano de um novo golpe e de assassinato do presidente eleito, Lula, e, logo depois, do intento golpista de 8 de janeiro de 2023 – do qual todo o Alto Comando do Exército e os comandantes das Três Forças sabiam ou participaram. Que ela não se estabeleça de novo! Punição para Bolsonaro e seus generais. A todos os golpistas!</p>



<p></p>
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		<title>Mobilizar contra a ofensiva de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 23:03:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trump anunciou que os EUA irão começar a enviar tropas para a América Latina. A desculpa seria uma “ofensiva contra cartéis de drogas”, que envolveriam incursões por terra, mar e ar, com patrulhamentos e interceptações. Segundo o jornal The New York Times os principais alvos seriam o México, a Colômbia e a Venezuela. Tropas das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Trump anunciou que os EUA irão começar a enviar tropas para a América Latina. A desculpa seria uma “ofensiva contra cartéis de drogas”, que envolveriam incursões por terra, mar e ar, com patrulhamentos e interceptações. Segundo o jornal The New York Times os principais alvos seriam o México, a Colômbia e a Venezuela. Tropas das forças aéreas e navais foram despachadas pelo Departamento de Defesa americano para o sul do Mar do Caribe. A presidente Claudia Sheinbaum já afirmou que não permitirá ações dos EUA em solo mexicano.</p>



<p>É mais uma escalada.</p>



<p>No Brasil, o tarifaço começou a valer dia 6/8 e continuam as chantagens pela anistia dos bolsonaristas golpistas. A ingerência imperialista contra o Brasil e o governo Lula é uma agressão sem precedentes. Tarifaço, que é uma política de pilhagem, aqui com justificativa política: livrar a cara de Bolsonaro e seus comparsas.</p>



<p>Agora o governo americano anunciou a revogação dos vistos de dois funcionários brasileiros ligados à contratação de médicos cubanos pelo programa “Mais Médicos” e da família do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</p>



<p>As ações de Trump configuram ataque à soberania nacional, mas vitimam, em primeiro lugar, o povo trabalhador. Já há notícias de empresas dando férias coletivas aos funcionários, e várias demissões, como é o caso dos setores madeireiro, calçadista, metalúrgico e pesqueiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-da44ac38f11c1e96ef17f761c30ac26a"><strong>Nenhuma demissão</strong><br><strong>por taxação!</strong></h2>



<p>No dia 13/8, o presidente Lula anunciou um pacote, a Medida Provisória “Brasil Soberano” para enfrentar os efeitos do tarifaço. A MP garante crédito e benefícios fiscais a empresas afetadas, e cria uma Câmara Nacional de Acompanhamento do Emprego, tripartite &#8211; governo, patrões e centrais sindicais (ver pág. 9). O acesso ao crédito estaria condicionado à manutenção de empregos, mas não há no pacote nenhuma norma específica que interdite demissões. Ao contrário, prevê casos de empresas que “não tem condições”, com direito a “contrapartidas”.</p>



<p>Nessa situação é preciso medidas concretas, como a reciprocidade na taxação de produtos dos EUA, a taxação das bigtechs e das remessas de lucros das multinacionais americanas. Mas, principalmente, criar mecanismos legais de garantia real dos empregos, assim como dos salários e direitos ameaçados. Mecanismos para proteger a classe trabalhadora.</p>



<p>Há, em vários cantos do mundo, resistência dos povos a políticas do imperialismo. Aos ataques das burguesias contra os trabalhadores.</p>



<p>Das massivas manifestações de rua pela causa palestina – inclusive dentro de Israel &#8211; aos portuários da Itália que, mais uma vez, impedem o embarque de armas a Israel. Das manifestações no coração do império, os EUA, que também colocam a causa dos imigrantes, dos direitos trabalhistas e da democracia na ordem do dia. Até a América Latina, no México, na Colômbia, no Brasil, contra as ingerências do governo estadunidense. No Brasil já houve atos contra Trump em 10 de julho, e estão sendo convocadas mobilizações para 7 setembro, Dia da Independência, com o mote “Quem manda no brasil é o povo brasileiro”.&nbsp; A resistência certamente não virá da covarde burguesia nacional, capacha dos EUA e anti-nação. É das ruas que virá a força para derrotar Trump e sua política. É nas ruas que é preciso que o governo Lula, o PT, a CUT e as organizações populares invistam!</p>
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		<title>Não à ingerência de Trump no Brasil!</title>
		<link>https://otrabalho.org.br/nao-a-ingerencia-de-trump-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=nao-a-ingerencia-de-trump-no-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 14:11:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Fixo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A taxação de 50% aos produtos brasileiros que entram nos EUA anunciada por Trump, prevista para entrar em vigor em 1º de agosto, é um ataque imperialista à nação brasileira. Agressão sem precedentes, antes de tudo é um testemunho da crise generalizada do capitalismo, em particular no centro do império, os EUA, que não encontra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A taxação de 50% aos produtos brasileiros que entram nos EUA anunciada por Trump, prevista para entrar em vigor em 1º de agosto, é um ataque imperialista à nação brasileira. Agressão sem precedentes, antes de tudo é um testemunho da crise generalizada do capitalismo, em particular no centro do império, os EUA, que não encontra outras soluções para a humanidade senão a pilhagem, a guerra e os ataques aos povos.</p>



<p>Muitos países estão sendo ameaçados com a imposição de tarifas alfandegárias pelos EUA, mas em nenhum outro caso a alta teve justificativa abertamente política, que equivale à ingerência nos assuntos internos, como ocorre com o Brasil. A chantagem de Trump vem para que se interrompa “imediatamente” a “caça às bruxas” que estaria vitimizando o seu aliado Bolsonaro.</p>



<p>Dias depois da carta da taxação, Trump, em uma escalada de ameaças, instalou uma “investigação comercial” contra o PIX em favor da bigtechs (as grandes corporações do ramo de internet e informática) e das bandeiras de cartões de crédito. No dia 17/7 enviou carta de apoio a Bolsonaro na véspera do STF ordenar tornozeleira eletrônica para evitar a fuga. Depois das medidas restritivas contra Bolsonaro, retirou os vistos americanos da maioria dos ministros do STF e membros da AGU.</p>



<p>Os trabalhadores no Brasil já sofrem as consequências desses ataques. Algumas empresas como as madeireiras Milpar e a BrasPine, do Paraná, deram férias coletivas para 1,3 mil trabalhadores. Em setores como a produção de aço, máquinas, e do agronegócio &#8211; laranja e café -, as taxas de Trump espalham o temor do desemprego.</p>



<p>Lula, corretamente, respondeu ao ataque dizendo que poderá utilizar medidas de reciprocidade se a ameaça da tarifa de 50% se concretizar. O governo anuncia que estudos estão sendo feitos sobre quebra de patentes de medicamentos, fiscalização de transferências de dividendos de multinacionais estadunidenses e outras medidas retaliatórias. No Congresso da UNE, dia 17, Lula ameaçou taxar as bigtechs. Em pronunciamento em rede de TV reafirmou o princípio da soberania, falou de negociação e novamente de reciprocidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-e29c864cb18e8a01ac77f21b1ac9aa4b" style="font-size:21px"><strong>Nada a negociar com o imperialismo estadunidense</strong></h2>



<p>Negociar o quê? A anistia aos golpistas de janeiro de 2023, ou o indulto a Bolsonaro e os generais? Acertar a entrega de “segmentos econômicos” do mercado brasileiros à rapina estadunidense? A questão da soberania nacional, sempre sombreada na cena, toca a consciência popular.</p>



<p>Apoiar Trump, como fez o entorno de Bolsonaro, ou silenciar, como fizeram outros canalhas, é colocar-se como traidor da pátria!</p>



<p>Alguns dias após a carta veio a segunda reação de editoriais da grande imprensa e as falas de empresários e “especialistas” pressionando o governo a ceder à chantagem e descartar a reciprocidade e o confronto. “Se um país retaliar, a consequência será o fim do comércio e uma derrota para todos”, disse José Velloso, presidente da Abimaq, das máquinas e equipamentos (Valor 16/7). “O importante é combinar com setores o apoio a uma proposta de liberalização de alguns segmentos econômicos”, disse Graça Lima, Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Estadão, 13/7). Covardes!</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-4df2793648c06da29dcb4083c24261c8" style="font-size:21px"><strong>Medidas para defender a Soberania Nacional</strong></h2>



<p>Ninguém pode prever o que acontecerá em 1º de agosto, sendo conhecidas as idas e vindas da política tarifária de Trump e o seu “morde e assopra” nas negociações. O certo é que, ao atacar o Brasil e o governo Lula, Trump também quer atingir os BRICS para tentar bloquear a tendência à desdolarização das trocas internacionais, num esforço desesperado para manter o lugar central do imperialismo dos EUA no mercado mundial.</p>



<p>Face à agressão estadunidense apoiamos todas as medidas de resistência do governo. E frente a ela é preciso:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Taxação recíproca aos produtos estadunidense</li>



<li>Cadeia para os bolsonaristas traidores da pátria</li>



<li>Taxar as bigtechs</li>



<li>Quebrar as patentes farmacêuticas</li>



<li>Taxar as remessas de lucros das multinacionais americanas</li>



<li>Garantia real dos empregos ameaçados pela taxação</li>
</ul>



<p>Sim, é necessária a mais ampla frente para enfrentar Trump e defender a soberania nacional. Mas nessa frente a classe trabalhadora e suas organizações devem exigir a garantia dos seus empregos, salários e direitos. Nenhuma demissão nem perda salarial ou de direitos pode ser admitida e o governo tem os meios de garanti-los!</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-9144cbb692d3b0643bc8f0eb0ec5712f" style="font-size:21px"><strong>Derrotar nas ruas a ofensiva de Trump!</strong></h2>



<p>A mobilização ocorrida em 10 de julho que em São Paulo reuniu 20 mil manifestantes. Foi a primeira resposta às ameaças à soberania do Brasil. O Diálogo e Ação Petista esteve presente com seus pirulitos levantando “Trump tire suas patas do Brasil”, que combinaram-se com as exigências anteriores de taxação dos mais ricos, isenção para os mais pobres, redução da jornada de trabalho e fim da escala 6 X 1, que estão presentes no Plebiscito Popular.</p>



<p>Assim como no Brasil, a resistência à política de Trump se expressa no México, na Colômbia e nos próprios Estados Unidos. No seio do ventre do imperialismo, milhões se manifestaram no dia de mobilização “Sem Reis”, para rechaçar a medidas de prisão dos migrantes com as batidas do ICE (serviço de migração) e o corte nos gastos sociais do novo orçamento americano.&nbsp; Nesta situação, na maior cidade do país e centro financeiro mundial, Nova York, o candidato Zohran Mamdani do DSA (Socialistas Democráticos da América) venceu as prévias do Partido Democrata para a eleição municipal. Levantando um programa que inclui a denúncia do genocídio do povo palestino e pelo fim do envio de armas dos EUA para Israel, o congelamento do aluguel de um milhão de unidades habitacionais com preços regulados, ônibus gratuitos, congelamento das tarifas de metrô, creches gratuitas para crianças de até cinco anos de idade e aumento do salário-mínimo.</p>



<p>A central sindical estadunidense AFL-CIO, em nota, declarou que “o tarifaço inevitavelmente prejudicará os trabalhadores brasileiros e americanos&#8221; e que “é motivado para apoiar um autocrata desacreditado, Jair Bolsonaro, atacando a soberania e a democracia no Brasil”. Também a “Greve pela Dignidade”, de três dias (16-18 de julho), realizada pelos trabalhadores agrícolas da Califórnia em defesa dos direitos dos migrantes ganhou a cena.</p>



<p>O combate à política tarifária de Trump se combina diretamente ao de seus ataques aos imigrantes e à classe trabalhadora nos próprios EUA, ao combate a sua política de apoio incondicional ao genocídio praticado por Israel em Gaza e de pressão por um aumento de gastos militares de seus aliados europeus da Otan.</p>



<p>A Conferência Continental em “Defesa dos Migrantes e do Direito de Migrar”, que ocorrerá no México em setembro, e que estamos ajudando a organizar, integra essa luta.</p>



<p>Nesse grave momento da situação mundial &#8211; em que se demonstra a completa falência do regime de propriedade privada dos meios de produção &#8211; mais do que nunca, ajudemos a agrupar as forças em cada país e em escala internacional contra a política de pilhagem e guerra do imperialismo estadunidense. A essa luta, a Corrente O Trabalho do PT, que atua com o Dialogo e Ação Petista, dedica todos os esforços. Junte-se a nós!  </p>



<p><strong>23 de julho de 2025</strong></p>
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		<title>Virar à esquerda não é retórica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 17:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seguem sendo publicadas pesquisas que mostram o governo perdendo popularidade, sobretudo nos setores de sua base histórica, como os mais pobres e a juventude. É na massa popular da nação, que segue enfrentando a duríssima vida do trabalho desregulamentado, das exaustivas escalas e jornadas ou mesmo do desemprego. Da carestia de vários gêneros alimentícios, como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Seguem sendo publicadas pesquisas que mostram o governo perdendo popularidade, sobretudo nos setores de sua base histórica, como os mais pobres e a juventude. É na massa popular da nação, que segue enfrentando a duríssima vida do trabalho desregulamentado, das exaustivas escalas e jornadas ou mesmo do desemprego. Da carestia de vários gêneros alimentícios, como o café, que hoje turbina propagandas de políticos e partidos de direita e extrema-direita nas rádios.</p>



<p>O escândalo da fraude no INSS, que já lesou milhões de aposentados e pensionistas, ainda não teve resposta à altura do governo – como a necessária limpeza dos gestores dos governos Temer e Bolsonaro e o investimento nos serviços públicos, presos no arcabouço fiscal. É mais um flanco aberto para impopularidade e ataques dos inimigos do povo.</p>



<p>E lá se vão dois anos e meio de governo. Que ainda não rompeu relações com o Estado assassino de Israel, diante de um dos mais infames genocídios já vistos.</p>



<p>É necessário começar a enfrentar, antes que seja tarde, a Faria Lima, o Congresso das emendas parlamentares, os milicos dos golpes, o Judiciário elitista&#8230; os emissários do imperialismo dos EUA, do capital financeiro. A história já mostrou diversas vezes – inclusive recentemente no Brasil, com Dilma – que quanto mais cede-se, mais o capital/centrão exige.</p>



<p>O sentimento geral, no povo que elegeu Lula e nos petistas, é de que é preciso mais, bem mais.&nbsp; Retomar direitos, revogar ataques, reestatizar o que foi saqueado da nação, realizar as reformas que interessam ao povo. Foi defendendo tudo isso que o PT surgiu, um partido contra as instituições podres da República. Foi assim que cresceu e ganhou autoridade.</p>



<p class="has-text-align-center has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-a4046233dd98cbe6589a7fe1698bb600" style="font-size:22px"><strong>O sentimento geral é de que</strong><br><strong>é preciso bem mais</strong></p>



<p>Recentemente em “Carta aos petistas” Edinho, candidato a presidente do PT pela CNB (Construindo um Novo Brasil, de Lula), RS (Resistência Socialista) e EPS (Esquerda Popular Socialista), afirma que o partido deve ampliar o já amplíssimo leque de alianças para “enfrentar o fascismo em 2026”. Mais coalizão com aqueles que bloqueiam qualquer pauta popular no Congresso.</p>



<p>Mas o tão alarmado perigo da extrema-direita, que existe, se combate justamente ganhando a confiança dos trabalhadores, defendendo as suas reivindicações, mostrando-se firmemente como uma alternativa. Não se igualando aos velhos políticos de plantão, à velha direita do centrão, dos patrões.</p>



<p>Declara, ainda, que “é preciso retomar o trabalho de base e os núcleos no partido para atuação não apenas em eleições”. Mas não se questiona por que a base foi abandonada da vida partidária. Não seria pela lógica das carreiras parlamentares sustentadas no fundão, nas alianças sem-porteira e as emendas? E qual a política, então, para retomar o trabalho de base no PT, se não virar à esquerda na luta pelas bandeiras históricas?</p>



<p>É isso que está em jogo no PED (Processo de Eleições Direta), do dia 6 de julho. As chapas Virar à Esquerda levam esse combate, além de chamar voto em Rui Falcão para presidente do partido. É essa a batalha até o dia da votação: com a plataforma dos 13 Pontos em mãos debater com os petistas, disputar o voto!</p>



<p>Mudar de política não é retórica, é necessidade urgente.</p>
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		<title>61 anos do golpe: varrer a sujeira dos milicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2025 18:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Meu pai também está preso. Vocês sabem alguma coisa? Um deles voltou e disse: Alguém foi levado daqui arrastado durante a noite”. Esse diálogo foi entre Eliana Paiva, filha de Rubens Paiva, assassinado pela ditadura, e um guarda nos porões do DOI-CODI do Rio de Janeiro, enquanto estava detida, aos 15 anos de idade em [&#8230;]</p>
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<p>“Meu pai também está preso. Vocês sabem alguma coisa? Um deles voltou e disse: Alguém foi levado daqui arrastado durante a noite”. Esse diálogo foi entre Eliana Paiva, filha de Rubens Paiva, assassinado pela ditadura, e um guarda nos porões do DOI-CODI do Rio de Janeiro, enquanto estava detida, aos 15 anos de idade em 1971. Em entrevista recente ao jornal O trabalho (ver pág. 9) ela afirmou: “Você não pode esconder um cadáver da família por 50 anos”. É verdade.</p>



<p>Mas por que foi possível esconder por tanto tempo? Por que ainda há outros desaparecidos de tão longa data?</p>



<p>A resposta é a impunidade. Da Ditadura Militar, iniciada em 31 de março de 1964, todos os culpados pelos inúmeros crimes contra o povo – como o general José Antônio Nogueira Belham, responsável pelo desaparecimento de Rubens Paiva e que ainda está vivo – estão ou morreram livres. Aos generais e carrascos se permite fazer homenagens, com nomes de ruas e escolas. Foi possível ouvir, sem nenhuma consequência, Bolsonaro homenagear o torturador Brilhante Ustra na votação do impeachment de Dilma, quando era deputado.</p>



<p>Esses crimes, se tivessem sido julgados e passados a limpo, seriam hoje cadáveres sepultos. Mas seguem intocados, protegidos pela Lei da Anistia de 1979.</p>



<p>É essa impunidade que alimentou o plano de um novo golpe e até do assassinato do presidente eleito, Lula, e, logo depois, do intento golpista de 8 de janeiro de 2023 – do qual todo o Alto Comando do Exército e os comandantes das Três Forças sabiam ou participaram. A alguns insuficientes indiciados de hoje, se quer dar também anistia.</p>



<h6 class="wp-block-heading has-text-align-center has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-51154983d77a5eae89fa0f710a6e3c1a" style="font-size:28px;margin-top:80px;margin-bottom:80px"><em>Por ontem, por hoje e pelo amanhã</em><br><em>é preciso acabar com a impunidade</em></h6>



<p>Da impunidade, nasceram heranças malditas. A Garantia da Lei e da Ordem (GLO), cravada no artigo 142 da Constituição, que permite às Forças Armadas (F.A.) intervirem na República, algo contraditório a uma real democracia. As polícias dos estados, que foram militarizadas durante a ditadura, e hoje são a ponta de lança da repressão contra os pobres.</p>



<p>Os PMs atiram sem perguntar. Matam negros, jovens e até crianças. Todos os dias, com a sua guerra ao povo. Em frente às câmeras de celulares. Sem nenhum pudor, pois confiam, também, permanecerem impunes.</p>



<p>Há muito a limpar. É preciso começar. E é possível, apoiando-se na força do povo, do qual 72% não confiam nas F.A. Nós, junto ao Diálogo e Ação Petista (DAP), estaremos nas manifestações em torno dos 61 anos do golpe, levantando em alto e bom som: Sem anistia! Cadeia para o general Belham! Prisão para Bolsonaro e os generais golpistas! Desmilitarização das PMs e federalização dos crimes de chacinas!</p>



<p>É o que o DAP propõe, também, no processo de eleição interna do PT (o PED) e no debate de formação de chapas &#8211; junto a outras questões urgentes para o povo &#8211; através dos 13 pontos do manifesto “Virar à esquerda” (ver pág. 5). É crítico e urgente que governo e partido se reconectem a sua base social.</p>



<p>Assim como é urgente punir os golpistas do passado e do presente e varrer a sua sujeira. A questão é de ontem, de hoje e, sobretudo, pelo amanhã.</p>



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		<title>Responder ao povo, não aos especuladores!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Dec 2024 16:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As instituições estão funcionando, contra o povo. Essa afirmação não é nova neste jornal, longe disso. Mas ela se atualiza de tempos em tempos, cada vez mais curtos. No Congresso segue a farra das Emendas Parlamentares, enquanto avançam projetos que negam direitos básicos às mulheres, quanto ao aborto legal, mesmo em casos de estupro e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As instituições estão funcionando, contra o povo. Essa afirmação não é nova neste jornal, longe disso. Mas ela se atualiza de tempos em tempos, cada vez mais curtos.</p>



<p>No Congresso segue a farra das Emendas Parlamentares, enquanto avançam projetos que negam direitos básicos às mulheres, quanto ao aborto legal, mesmo em casos de estupro e em crianças. No Supremo Tribunal Federal, enquanto dois ministros (Cristiano Zanin e Gilmar Mendes) já votaram a favor das escolas cívico-militares do governador Tarcisio de Freitas de São Paulo – o mesmo da PM que jogou um jovem de uma ponte – o chamado contrato de trabalho intermitente (que alterna períodos de atividade e inatividade, onde os trabalhadores não recebem salário), da contrarreforma trabalhista de 2017, foi validado. O ministro Nunes Marques cinicamente declarou: “instrumento válido para abrir novas possibilidades ao trabalhador”.</p>



<p>Os generais, envolvidos até o pescoço junto a Bolsonaro na trama que previa golpe de Estado e até o assassinato de Lula, mais Alckmin e Alexandre de Moraes, embora com alguns indiciados, seguem impunes. Impunes estão desde os crimes da Ditadura Militar (1964-85). E, de conciliação em conciliação com os generais, almirantes e brigadeiros, seguem tutelando a República via Artigo 142 da Constituição, o da GLO (Garantia da Lei da Ordem). Da trama todos eles sabiam. Todos são culpados e devem ser julgados, com o devido processo legal, por conspiração no golpe contra um governo eleito, pela execução e participação no plano, prevaricação ou omissão.</p>



<p>Mas omissão não se espera do presidente Lula que, urgentemente, precisa falar à nação sobre o plano dos milicos contra a democracia, o voto do povo e até a sua própria vida.</p>



<p>O que generais, altos juízes e a maioria do Congresso Nacional têm em comum? Por trás de si têm a Faria Lima, os banqueiros, o agronegócio&#8230;a mão do imperialismo dos EUA.</p>



<p>E o governo eleito em 2022, em meio a uma gigantesca onda de fraudes eleitorais? Tem a força do povo, se buscar ligar-se a ela enquanto há tempo.</p>



<p>Por hora, o Pacote Fiscal anunciado pelo ministro Haddad é a contramão disso. Os cortes vão na raiz do que 67% dos trabalhadores do país dependem (ver pág. 7). É no salário-mínimo, no Abono Salarial e no BPC (Benefício de Prestação Continuada). A possibilidade de mexer nos privilégios dos militares foi retirada de cena no momento.</p>



<p>A via tem que ser outra. Que Lula responda aos especuladores que não vai cortar nada. E aos trabalhadores que vai restituir os direitos e entrar na trincheira da luta para revogar as reformas que os atacaram. A luta não é fácil, mas fica impossível subordinando-se às intuições anti-povo, ao invés de enfrentá-las.</p>



<p>OLHO: Girar à esquerda, enquanto há tempo!</p>
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