<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Lutas - O Trabalho</title>
	<atom:link href="https://otrabalho.org.br/lutas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://otrabalho.org.br/lutas/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 24 Sep 2025 20:24:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">57517359</site>	<item>
		<title>Não à pejotização! Em defesa do registro em carteira!</title>
		<link>https://otrabalho.org.br/nao-a-pejotizacao-em-defesa-do-registro-em-carteira/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=nao-a-pejotizacao-em-defesa-do-registro-em-carteira</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 17:35:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lutas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://otrabalho.org.br/?p=20513</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu em 14 de abril suspender todos os processos em curso no Brasil que tratam de reclamações trabalhistas exigindo vínculo empregatício em situações chamadas de “pejotização”. A suspensão não tem prazo, e quem espera anos para ver seus direitos ressarcidos pela Justiça vai esperar mais, ou [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/nao-a-pejotizacao-em-defesa-do-registro-em-carteira/">Não à pejotização! Em defesa do registro em carteira!</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu em 14 de abril suspender todos os processos em curso no Brasil que tratam de reclamações trabalhistas exigindo vínculo empregatício em situações chamadas de “pejotização”. A suspensão não tem prazo, e quem espera anos para ver seus direitos ressarcidos pela Justiça vai esperar mais, ou até ver tudo ir para o ralo. Os processos vão parar até que o STF julgue um caso cuja decisão valerá como de “repercussão geral” – ou seja, decisão a ser seguida por todas as instâncias judiciais. É uma enorme ameaça aos direitos trabalhistas no Brasil, que exige uma resposta firme do movimento operário e de suas organizações!</p>



<p>A nova palavra “pejotização” descreve a seguinte situação: em vez de fazer o registro em carteira do funcionário, o empregador o obriga a abrir uma empresa no papel – chamada de “pessoa jurídica” (PJ) – e faz um contrato de prestação de serviços com a pessoa. É uma fraude contra o trabalhador.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-bacd63b73d4b231d9813e122e4db44da" style="font-size:21px"><strong>Terceirização</strong></h2>



<p>Essa situação já existe em pequena escala há uns 30 anos, em categorias como jornalistas e médicos. Começou com profissionais que recebiam altos salários (como forma irregular de sonegar imposto de renda) e, aos poucos, foi se espalhando para os salários mais baixos. A Lei da Terceirização, de 2017, uma das contrarreformas do golpista Temer, abriu uma brecha pela qual a “pejotização” ganhou força. Isso porque, com ela, os patrões passaram a poder contratar “terceiros” para as “atividades fins” das empresas. Em outras palavras, a lei passou a permitir que hospitais contratem uma empresa prestadora de serviços médicos, e uma revista, de serviços jornalísticos.</p>



<p>Há, porém, um detalhe importante: no caso da terceirização, o profissional prestador de serviço tem de ser registrado em carteira – no caso, pela empresa que presta o serviço. O pulo do gato (ou do gatuno) no caso da “pejotização” é que o PJ é uma empresa de uma pessoa só. O objetivo é driblar o vínculo empregatício.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="500" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-2-1024x500.jpg" alt="" class="wp-image-20518" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-2-1024x500.jpg 1024w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-2-300x146.jpg 300w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-2-150x73.jpg 150w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-2-768x375.jpg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-2-1536x749.jpg 1536w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-2-861x420.jpg 861w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-2-696x340.jpg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-2-1068x521.jpg 1068w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-2-1920x937.jpg 1920w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-2-533x261.jpg 533w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-2.jpg 1937w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-9a7366950c58b4909f68b39e88fcd237" style="font-size:21px"><strong>Vínculo empregatício</strong></h2>



<p>Pelas leis no Brasil, qualquer empregador tem que registrar em carteira de trabalho a contratação de um funcionário. Não é opcional, é obrigatório. As leis determinam de forma precisa que um trabalhador é considerado empregado quando existem quatro condições: habitualidade no trabalho (o mais comum é diário, mas não é a única forma), subordinação a um chefe ou ao patrão, pessoalidade (é a pessoa quem presta aquele serviço) e remuneração.</p>



<p>Quando uma empresa não faz o registro e a pessoa entra com uma ação na Justiça do Trabalho, precisa apresentar provas das irregularidades. A Justiça do Trabalho tem de decidir com base na situação concreta apurada, na vida real. A existência de um contrato entre as partes, no caso da “pejotização”, não muda a realidade das condições do vínculo, nem anula a necessidade de registro em carteira do empregado. O patrão é o lado forte na relação de trabalho, e pode impor, pela força econômica, condições degradantes ao trabalhador. E o assalariado, independentemente de remuneração ou grau de instrução, vive do salário mensal e precisa do trabalho.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="534" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-3.jpg" alt="" class="wp-image-20516" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-3.jpg 800w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-3-300x200.jpg 300w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-3-150x100.jpg 150w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-3-768x513.jpg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-3-629x420.jpg 629w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/p.9-3-696x465.jpg 696w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Pleno do STF</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-41bba25fcb6858a726647bc5495a6775" style="font-size:21px"><strong>STF inimigo do povo</strong></h2>



<p>Por isso, tem sido comum trabalhadores pejotizados conseguirem provar o vínculo empregatício na Justiça. Nos últimos meses, porém, empresas derrotadas judicialmente fizeram “reclamações constitucionais” no Supremo Tribunal Federal (STF) e conseguiram anular sentenças da Justiça do Trabalho. Ministros como Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Luiz Fux e André Mendonça anularam de forma sumária decisões argumentando simplesmente que a terceirização é lícita (jogando no lixo o processo inteiro, as provas colhidas e o mérito julgado). Se esse entendimento prevalecer na decisão do STF de “repercussão geral”, a “pejotização” legalizada passa a ameaçar o registro em carteira em todo o país, e a contratação formal de trabalhadores pode virar letra morta.</p>



<p>A ameaça é gravíssima: sem o registro em carteira, um contrato de “prestação de serviços” individualizado pode acabar com a jornada de trabalho, o descanso semanal, férias, o 13º, o FGTS e o recolhimento para a Previdência. Nem o salário mínimo precisaria ser respeitado, pois se trata de um contrato entre duas “empresas”.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-ab2a9a646ee9c4a280fe02644ee11c33" style="font-size:21px"><strong>Luta de classes</strong></h2>



<p>A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), que agrupa sindicatos que lutam contra a “pejotização” há décadas, enviou em 28 de abril uma mensagem à CUT e às demais entidades do movimento sindical alertando para o perigo dessa situação e propondo uma mobilização nacional em defesa do vínculo empregatício. Sugere também que a bandeira “Não à pejotização” seja incorporada no conjunto das mobilizações sindicais.</p>



<p>A experiência mostra a importância de manter organizados nos sindicatos os trabalhadores “pejotizados”. Sem poder representar legalmente esses trabalhadores (a não ser com ações por vínculo empregatício), as entidades sindicais podem continuar a representá-los na luta direta, sempre exigindo das empresas a sua contratação. Há diversos exemplos de organização coletiva de “pejotizados”, de negociações sindicais em nome deles com as empresas e até de greves desses trabalhadores contra atraso em seus pagamentos.</p>



<p>A batalha, porém, só pode ser ganha com a mobilização nacional das entidades sindicais. Aqui, o papel da CUT é fundamental para divulgar a amplitude dessa ameaça, sensibilizar as entidades e, ao mesmo tempo, pressionar diretamente o STF. O governo Lula também precisa se posicionar.</p>



<p>É necessário dizer claramente para a cúpula do Judiciário brasileiro: “Não aceitamos a pejotização! Não aceitaremos qualquer decisão que ameace a existência do vínculo empregatício, ao qual estão vinculados todos os direitos dos trabalhadores brasileiros!”</p>



<p><strong>Paulo Zocchi</strong></p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/nao-a-pejotizacao-em-defesa-do-registro-em-carteira/">Não à pejotização! Em defesa do registro em carteira!</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">20513</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Há 47 anos O Trabalho mantém seu compromisso</title>
		<link>https://otrabalho.org.br/ha-47-anos-o-trabalho-mantem-seu-compromisso/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ha-47-anos-o-trabalho-mantem-seu-compromisso</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 22:46:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lutas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://otrabalho.org.br/?p=20507</guid>

					<description><![CDATA[<p>1º de maio de 1978:&#160; a edição zero do jornal O Trabalho, editado pela Organização Socialista Internacionalista (OSI), hoje Corrente O Trabalho do PT, seção brasileira da 4ª Internacional, foi apresentada ao movimento operário brasileiro. Aos trabalhadores, os principais protagonistas e leitores do jornal. 47 anos depois, o compromisso, alicerçado na nossa independência financeira, nos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/ha-47-anos-o-trabalho-mantem-seu-compromisso/">Há 47 anos O Trabalho mantém seu compromisso</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>1º de maio de 1978:&nbsp; a edição zero do jornal O Trabalho, editado pela Organização Socialista Internacionalista (OSI), hoje Corrente O Trabalho do PT, seção brasileira da 4ª Internacional, foi apresentada ao movimento operário brasileiro. Aos trabalhadores, os principais protagonistas e leitores do jornal.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="685" height="1024" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-685x1024.jpg" alt="" class="wp-image-20521" style="width:387px;height:auto" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-685x1024.jpg 685w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-201x300.jpg 201w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-100x150.jpg 100w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-768x1148.jpg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-1028x1536.jpg 1028w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-281x420.jpg 281w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-696x1040.jpg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1.jpg 1068w" sizes="(max-width: 685px) 100vw, 685px" /></figure>
</div>


<p>47 anos depois, o compromisso, alicerçado na nossa independência financeira, nos leva a renovar o apelo que fizemos em 1978, no bônus para viabilizar um jornal “independente dos patrões e dos governos”. Renovamos este apelo hoje a todos os nossos leitores: ajudem-nos a manter um jornal independente, contribuindo com a aquisição de uma assinatura.</p>



<p>As dificuldades do movimento operário hoje no Brasil e no mundo atingem também a imprensa operária, da qual, com orgulho, somos no nosso país a mais longeva.</p>



<p>Nestes 47 anos, em periodicidade e formas diferentes não deixamos de editar nossa imprensa, acompanhado e participando da luta da classe trabalhadora. Passou a ser prática corrente no movimento dos trabalhadores e em suas organizações, a distribuição de material grátis, como se “dinheiro caísse do céu”. Sabemos que não cai e sabemos que quem financia “manda na banda”.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-635e4f8218bf49d33750ce284c3b315f" style="font-size:21px"><strong>Jornal retrata a luta dos trabalhadores nestes 47 anos</strong></h2>



<p>Nestas mais de 4 décadas, O Trabalho retratou e impulsionou a luta da nossa classe no Brasil.</p>



<p>Em períodos difíceis da ditatura, não vacilamos em destacar em nossas páginas a luta pela libertação dos presos políticos, como os de Itamaracá, dos sindicalistas do ABC, Lula, Djalma Bom e outros, na repressão à greve. Pela anistia geral e irrestrita aos que combateram a ditadura e na denúncia dos ditadores. Foi uma edição com a foto destes criminosos, que levou a polícia a invadir nossa redação na Rua Tupinambás, em São Paulo. Não nos intimidamos, com os golpistas de ontem e de hoje.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="449" height="593" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Capa-jornal-77.jpg" alt="" class="wp-image-20522" style="width:387px" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Capa-jornal-77.jpg 449w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Capa-jornal-77-227x300.jpg 227w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Capa-jornal-77-114x150.jpg 114w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Capa-jornal-77-318x420.jpg 318w" sizes="(max-width: 449px) 100vw, 449px" /></figure>
</div>


<p>Seguimos nosso combate lado a lado da classe trabalhadora na luta pelas suas reivindicações e pelo fim da ditadura militar. Abaixo a ditadura! Estampávamos nas nossas edições.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="783" height="1024" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-783x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-20523" style="width:387px" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-783x1024.jpeg 783w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-229x300.jpeg 229w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-115x150.jpeg 115w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-768x1005.jpeg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-1174x1536.jpeg 1174w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-321x420.jpeg 321w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-696x911.jpeg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-1068x1397.jpeg 1068w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02.jpeg 1271w" sizes="(max-width: 783px) 100vw, 783px" /></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-9523bfbb2f04ee1703b857a4ea83dbd1" style="font-size:21px"><strong>Da luta contra a ditadura à luta pelas organizações da classe</strong></h2>



<p>O movimento dos trabalhadores da cidade e do campo, impôs a derrota da ditadura. E neste movimento, dando um passo extraordinário em sua organização independente os trabalhadores fundaram o PT em 1980. Lá estávamos e reportamos esta luta por um PT sem patrões. Na fundação da CUT em 1983, lá estávamos contra a política, capitaneada pelo PCB que era contrário à fundação de uma central sindical independente.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="774" height="1024" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-774x1024.jpg" alt="" class="wp-image-20524" style="width:387px" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-774x1024.jpg 774w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-227x300.jpg 227w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-113x150.jpg 113w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-768x1016.jpg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-1161x1536.jpg 1161w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-1548x2048.jpg 1548w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-317x420.jpg 317w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-696x921.jpg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-1068x1413.jpg 1068w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-1920x2540.jpg 1920w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1.jpg 1935w" sizes="(max-width: 774px) 100vw, 774px" /></figure>
</div>


<p>Lá estamos e aqui continuamos na defesa da luta e das organizações dos trabalhadores. Combatemos, até contra setores do nosso partido, a ofensiva contra o PT no mensalão e na Lava Jato, defendendo os dirigentes petistas que foram vítimas desta operação orquestrada pela burguesia no país e pelos EUA.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-20525" style="width:387px" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-768x1024.jpg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-225x300.jpg 225w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-112x150.jpg 112w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-1152x1536.jpg 1152w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-1536x2048.jpg 1536w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-315x420.jpg 315w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-696x928.jpg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-1068x1424.jpg 1068w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001.jpg 1772w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-5090c8f1a0c2d8a2a0fb094edb47e8a0" style="font-size:21px"><strong>47 anos depois, é a mesma luta que continua</strong></h2>



<p>Não é possível relatar todos os momentos nos quais nosso jornal reportou e impulsionou a luta de nossa classe. Esta breve retomada é para buscar o apoio de nossos leitores que nos manteve até aqui, para os desafios que enfrentamos na sustentação de nosso jornal que queremos manter impresso. Não é volta ao passado é o resgate do passado para iluminar nosso futuro. O que hoje expressa-se na necessidade de que o governo Lula mude de rumo. Vire à esquerda e não ouça o canto de sereia da Faria Lima.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="755" height="1024" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-755x1024.jpg" alt="" class="wp-image-20526" style="width:387px" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-755x1024.jpg 755w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-221x300.jpg 221w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-111x150.jpg 111w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-768x1042.jpg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-1132x1536.jpg 1132w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-1509x2048.jpg 1509w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-309x420.jpg 309w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-696x945.jpg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-1068x1449.jpg 1068w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-1920x2606.jpg 1920w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-scaled.jpg 1886w" sizes="(max-width: 755px) 100vw, 755px" /></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-be4ffa09b95d0fd359f819a4b084c7c0" style="font-size:21px"><strong>A classe operária é internacional</strong></h2>



<p>Nestes 47 anos reportamos e impulsionamos a luta dos povos contra o imperialismo. Hoje uma luta concentra tudo: a do povo palestino pelo direito à vida, contra o genocídio de Israel. Sempre na defesa do povo palestino, nossas edições, desde o massacre de Sabra e Chatila (1982) e depois em 1987 da primeira Intifada nunca tivemos dúvida de que lado estamos: por um único Estado laico e democrático, do Rio ao Mar!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="755" height="1024" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-755x1024.jpg" alt="" class="wp-image-20527" style="width:387px" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-755x1024.jpg 755w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-221x300.jpg 221w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-111x150.jpg 111w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-768x1042.jpg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-1132x1536.jpg 1132w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-1509x2048.jpg 1509w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-309x420.jpg 309w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-696x945.jpg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-1068x1449.jpg 1068w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-1920x2606.jpg 1920w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-scaled.jpg 1886w" sizes="(max-width: 755px) 100vw, 755px" /></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-93d6a09d1d0d604e7415fb44ed5f57b0" style="font-size:21px"><strong>Campanha de assinaturas para manter nossa independência financeira</strong></h2>



<p>Com o domínio do mundo digital, manter a edição imprensa não é uma teimosia, é uma concepção. Com papel impresso na mão, a discussão e reflexão entre trabalhadores, permite avançar na luta para organizar da nossa classe.</p>



<p>A campanha vai até o dia 30 de maio. Os custos de gráfica e dos correios, são altos. Mas é isso, impressão e envio aos estados o que permite apresentara edição nos locais de trabalho, escolas e movimentos. Leitura e discussão coletiva e não o recolhimento individual no mundo digital!</p>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-16018d1d wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button has-custom-font-size is-style-shadow" style="font-size:18px"><a class="wp-block-button__link has-vivid-red-background-color has-background wp-element-button" href="https://otrabalho.org.br/assinatura-mensal-solidaria/" style="border-radius:7px">ASSINE AGOR O JORNAL O TRABALHO</a></div>
</div>



<p><strong>Misa Boito, pelo Comitê de Redação de OT</strong></p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/ha-47-anos-o-trabalho-mantem-seu-compromisso/">Há 47 anos O Trabalho mantém seu compromisso</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">20507</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Florianópolis (SC): brutalidade contra os trabalhadores</title>
		<link>https://otrabalho.org.br/florianopolis-sc-brutalidade-contra-os-trabalhadores/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=florianopolis-sc-brutalidade-contra-os-trabalhadores</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2025 11:42:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lutas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://otrabalho.org.br/?p=20385</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na tarde de 29 de abril, enquanto a Câmara Municipal aprovava a criminosa reforma da previdência do prefeito Topázio Neto (PSD), a Guarda Municipal agredia atacava de modo violento quem lutava para defender o direito à aposentadoria. O diretor do Sintrasem e dirigente da Executiva Nacional da CUT, Renê Munaro, foi atacado com cassetete na [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/florianopolis-sc-brutalidade-contra-os-trabalhadores/">Florianópolis (SC): brutalidade contra os trabalhadores</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na tarde de 29 de abril, enquanto a Câmara Municipal aprovava a criminosa reforma da previdência do prefeito Topázio Neto (PSD), a Guarda Municipal agredia atacava de modo violento quem lutava para defender o direito à aposentadoria.</p>



<p>O diretor do Sintrasem e dirigente da Executiva Nacional da CUT, Renê Munaro, foi atacado com cassetete na barriga e jatos de spray de pimenta nos olhos. As imagens mostram a violência dos guardas, sem saber que estavam sendo filmados. Também o servidor João Paulo Rocha Netto foi atingido nos olhos e precisou de atendimento médico. Ambos foram socorridos por colegas e levados ao Centro de Saúde do Trabalhador e depois ao Hospital Celso Ramos. Renê segue em tratamento para evitar complicações oftalmológicas.</p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DJCtRflSx5_/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DJCtRflSx5_/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver essa foto no Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg)"></div></div><div style="margin-left: auto;"> <div style=" width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div></div></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div></div></a><p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DJCtRflSx5_/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por SINTRASEM (@sintrasem)</a></p></div></blockquote>
<script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script>



<p>Enquanto os de cima tiram nosso futuro para atender à previdência privada, quem luta por direitos é tratado a porretadas e gás. A reforma de Topázio é cruel: aumenta a idade mínima e o tempo de contribuição, reduz pensões e aposentadorias, divide a arrecadação do Instituto de Previdência Municipal com um fundo complementar e nega o direito de aposentadoria a quem sofre de doenças graves.</p>



<p>É preciso ampliar o movimento de solidariedade aos trabalhadores e trabalhadoras do serviço público de Florianópolis, para ajudar na luta pela revogação dessa reforma da previdência. Essa luta se une à batalha nacional contra a Emenda Constitucional 103 de Bolsonaro, a reforma trabalhista e a lei das terceirizações.</p>



<p>Nas vésperas deste 1º de Maio, nos somamos à classe trabalhadora com uma palavra de ordem: basta de ataques e violência! É hora de revogar as reformas!</p>



<p>Chamamos as organizações da classe trabalhadora, movimentos, sindicatos e mandatos parlamentares e militantes dos direitos democráticos a repudiar as agressões a Renê Munaro, João Paulo Rocha Netto! E também se somarem a luta do funcionalismo público de Florianópolis pela defesa de suas aposentadorias.</p>



<p><strong>Alexandre Linares</strong></p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/florianopolis-sc-brutalidade-contra-os-trabalhadores/">Florianópolis (SC): brutalidade contra os trabalhadores</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">20385</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Sindicatos de base vão a Brasília em maio</title>
		<link>https://otrabalho.org.br/sindicatos-de-base-vao-a-brasilia-em-maio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sindicatos-de-base-vao-a-brasilia-em-maio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 18:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lutas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://otrabalho.org.br/?p=20270</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Comitê Nacional de Sindicatos pela revogação das reformas decidiu, em reunião em 20/3, entregar aos três poderes o manifesto pela revogação das reformas trabalhista, da Previdência e da Lei das Terceirizações que circula desde o ano passado. O Comitê planeja uma delegação à Brasília na segunda quinzena de maio, que levará o documento já [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/sindicatos-de-base-vao-a-brasilia-em-maio/">Sindicatos de base vão a Brasília em maio</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Comitê Nacional de Sindicatos pela revogação das reformas decidiu, em reunião em 20/3, entregar aos três poderes o manifesto pela revogação das reformas trabalhista, da Previdência e da Lei das Terceirizações que circula desde o ano passado.</p>



<p>O Comitê planeja uma delegação à Brasília na segunda quinzena de maio, que levará o documento já assinado por mais de mil dirigentes sindicais ao presidente Lula, ao Congresso Nacional e ao STF.</p>



<p>A reunião decidiu ainda integrar as lutas pelo fim da escala 6 x 1, com apoio à PEC 8/2025 da deputada Erika Hilton (PSOL). Na data da entrega do manifesto, os sindicatos devem fazer um seminário e uma audiência pública para discutir como prosseguir a luta. Até lá, para reforçar estas lutas, os sindicatos decidiram levar todas essas pautas para o 1° de maio, data de tradicional manifestação da classe trabalhadora.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-f6d6ec2dca50203546da76c8d02a933d" style="font-size:21px"><strong>O que são essas reformas?</strong></h2>



<p>Aprovada em 2017, sob o governo golpista de Michel Temer, a reforma trabalhista atacou brutalmente os direitos, permitindo, por exemplo a prevalência do negociado sobre o legislado, a homologação de demissões sem a presença do sindicato e o fim da ultratividade, ou seja, da possibilidade da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) ou do Acordo Coletivo de Trabalho, com prazo vencido continuar vigendo até que uma nova Convenção ou um novo Acordo fosse celebrado entre as partes.</p>



<p>No mesmo ano, em 2017, foi aprovada a Lei 13429, que liberou geral as terceirizações, inclusive da atividade fim, levando a uma profunda precarização das relações de trabalho e ao aumento desenfreado de trabalhadores submetidos a condições análogas à escravidão.</p>



<p>Já a reforma da Previdência, adiada em 2017 pela força da Greve Geral daquele ano, acabou aprovada em 2019 sob o governo Bolsonaro. Ela determinou o aumento da idade mínima para aposentadoria, o aumento do tempo de serviço e o reduziu o valor de pensões e da própria aposentadoria ao determinar que o cálculo será feito com base na média de 100% dos salários e não mais dos 80% maiores que o trabalhador recebe ao longo da vida. </p>



<p><strong>Luã Cupolillo</strong></p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/sindicatos-de-base-vao-a-brasilia-em-maio/">Sindicatos de base vão a Brasília em maio</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">20270</post-id>	</item>
		<item>
		<title>A luta pelo fim da 6&#215;1 e o 1º de maio</title>
		<link>https://otrabalho.org.br/a-luta-pelo-fim-da-6x1-e-o-1o-de-maio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-luta-pelo-fim-da-6x1-e-o-1o-de-maio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 15:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lutas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://otrabalho.org.br/?p=20269</guid>

					<description><![CDATA[<p>A luta pelo fim da escala tem mobilizado setores dos trabalhadores pelo país em apoio à PEC da deputada Erika Hilton (PSOL) com atos e manifestações. Em especial, jovens que trabalham no setor de comércio e serviços. O vereador Rick Azevedo (PSOL), liderança do movimento VAT (Vida Além do Trabalho), fez um chamado no protocolo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/a-luta-pelo-fim-da-6x1-e-o-1o-de-maio/">A luta pelo fim da 6&#215;1 e o 1º de maio</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A luta pelo fim da escala tem mobilizado setores dos trabalhadores pelo país em apoio à PEC da deputada Erika Hilton (PSOL) com atos e manifestações. Em especial, jovens que trabalham no setor de comércio e serviços. O vereador Rick Azevedo (PSOL), liderança do movimento VAT (Vida Além do Trabalho), fez um chamado no protocolo da PEC em 25 de fevereiro para um “feriadão prolongado”, no qual os trabalhadores ficariam em casa no dia 2 de maio em protesto. Mas como os trabalhadores farão a greve sem a convocação dos sindicatos, a deliberação em assembleias e a organização por baixo nos locais de trabalho?</p>



<p>A CNTA-CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação &#8211; lançou uma campanha pelo fim da escala 6X1. O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, fez um ato no dia 14/3 e um dos itens da pauta era fim da 6X1. O que é um avanço pois existe resistência entre os dirigentes sindicais que contrapõe a luta pela aprovação da PEC pela negociação da redução de jornada nos acordos coletivos. Mas, no ato do ABC, nas falas ninguém tocava no assunto da 6 x 1, e se falava muito na “redução dos juros”. Já na CNTA-CUT faltou falar claro que a mobilização, agora, é pela aprovação da PEC de Érica Hilton.&nbsp; É mais do que urgente o movimento sindical organizar este combate, deixando claro que a tarefa da hora é mobilizar os trabalhadores pela aprovação da PEC.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-fb7fe85ad565ddcdbc13425c8ce6bb2b" style="font-size:21px"><strong>65% do celetistas trabalham na escala 6&#215;1</strong></h2>



<p>Não existe um levantamento oficial de quantos trabalhadores atuam na escala 6&#215;1 no Brasil. Um estudo feito a pedido da revista Carta Capital estima que 32 milhões brasileiros com carteira assinada (65,8% do total) atuam na escala 6&#215;1, pois têm contratos de trabalho iguais ou superiores a 41 horas semanais até o limite de 44 horas. Considerando que a jornada máxima diária prevista na CLT é de 8 horas diárias, eles vão trabalhar seis dias por semana para cumprir a jornada. No entanto, este número deve ser maior, pois, um trabalhador pode ter jornada de 30 horas semanais, por exemplo, e trabalhar de segunda a sábado. Por aí se vê a importância da pauta para os trabalhadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-83b9fae08608f1d2c6cfc22362944975" style="font-size:21px"><strong>1º de maio</strong></h2>



<p>Em 2025, depois da baixa presença no ato do Dia do Trabalhador de 2024, a CUT discutiu na reunião de planejamento da Executiva (18 e 19 de março) uma jornada para resgatar as origens do 1º de maio. Além de formações sobre o dia, a jornada incluiu a realização de uma Marcha a Brasília em 29 de abril e atos de 1º de maio nas cidades.&nbsp;</p>



<p>Uma discussão necessária sobre a pauta de 2025 é fundamental na base dos sindicatos, junto aos trabalhadores, para não repetir 2024.</p>



<p>A Marcha a Brasília tem um objetivo modesto de 10 mil pessoas, e terá como eixo uma atualização da “pauta da classe trabalhadora” feita pelo Fórum das Centrais, que é uma pauta difusa e repleta de generalidades.</p>



<p>Os atos de 1º de maio precisam organizar os trabalhadores para lutar por reinvindicações concretas, como a revogação das reformas trabalhista, da Previdência, da lei das terceirizações e o fim da escala 6&#215;1. Este é o caminho do combate. </p>



<p><strong>Rene Munaro</strong></p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/a-luta-pelo-fim-da-6x1-e-o-1o-de-maio/">A luta pelo fim da 6&#215;1 e o 1º de maio</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">20269</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Trump e bolsonaristas contra as mulheres</title>
		<link>https://otrabalho.org.br/trump-e-bolsonaristas-contra-as-mulheres/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=trump-e-bolsonaristas-contra-as-mulheres</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 17:56:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lutas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://otrabalho.org.br/?p=20122</guid>

					<description><![CDATA[<p>Poucos dias após tomar posse, o presidente estadunidense Donald Trump participou, remotamente por vídeo, da Marcha pela Vida, uma das maiores marchas antiaborto do mundo, em 24 de janeiro. Seu vice, J.D. Vance, também discursou. A participação veio acompanhada de medidas tomadas ainda na primeira semana do novo mandato. Na véspera da marcha, Trump anistiou [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/trump-e-bolsonaristas-contra-as-mulheres/">Trump e bolsonaristas contra as mulheres</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Poucos dias após tomar posse, o presidente estadunidense Donald Trump participou, remotamente por vídeo, da Marcha pela Vida, uma das maiores marchas antiaborto do mundo, em 24 de janeiro. Seu vice, J.D. Vance, também discursou.</p>



<p>A participação veio acompanhada de medidas tomadas ainda na primeira semana do novo mandato. Na véspera da marcha, Trump anistiou 23 presos cujos crimes tinham relação à tentativa de impedir que mulheres exercessem o direito ao aborto.</p>



<p>Ele também rescindiu dois decretos que o antecessor Joe Biden instalou depois que a Suprema Corte anulou uma decisão que viabilizava a realização do procedimento nacionalmente, deixando as leis para cada um dos 50 Estados.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-10b1ff5d2c4af862de3816295904cffc" style="font-size:21px"><strong>Ofensiva diplomática</strong></h2>



<p>Mais do que isso, o governo Trump anunciou que fará uma ofensiva diplomática para tentar impor políticas contrárias ao aborto em agências da ONU, e que vai retomar uma aliança ultraconservadora que tem como objetivo impedir qualquer avanço nas pautas de direitos sexuais e reprodutivos no âmbito mundial.&nbsp;</p>



<p>Também na Marcha pela Vida, em Washington, estavam Michelle Bolsonaro e alguns deputados. A presença dá o recado: a ofensiva do bolsonarismo para impedir ou dificultar a realização do aborto em caso de estupro, risco à vida da gestante ou anencefalia do feto vai prosseguir.</p>



<p>Retomada da PEC 164 no Brasil: proibição do aborto em qualquer caso</p>



<p>O maior desses ataques é a retomada da PEC 164, de autoria do ex-deputado Eduardo Cunha, que propõe inscrever na Constituição Federal a proibição do aborto em qualquer caso. Pela PEC, o artigo 5º da CF passaria a determinar que a inviolabilidade do direito à vida se aplica desde a concepção, o que se baseia unicamente em conceitos de parte das religiões.&nbsp;</p>



<p>Noutro terreno, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) recorreu ao Supremo Tribunal Federal para questionar uma resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), o qual traz diretrizes para que vítimas de violência sexual possam realizar o procedimento legal sem a necessidade de autorização dos responsáveis ou abertura de boletim de ocorrência.&nbsp;</p>



<p class="has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-b68a5c75f921904d38776319ee7f839a" style="font-size:21px"><strong>Ofensiva também em estados e municípios</strong></p>



<p>Há outras iniciativas legislativas por parte da extrema-direita em terrenos municipais ou estaduais. Por exemplo, na Câmara Municipal de São Paulo e em outras cidades, bolsonaristas propuseram moções em repúdio à resolução do Conanda. Ao mesmo tempo, há uma profusão de projetos que se repetem em várias cidades que atacam as pessoas trans.</p>



<p>A extrema-direita não se furta a esse debate, e dá mostras de que quer seguir até o fim.&nbsp;</p>



<p>Se não houver uma resistência à altura por parte dos setores que defendem o direito das mulheres, eles terão caminho fácil para avançar nestas pautas e, assim, ganhar mais terreno junto ao povo, além de eventualmente lograrem a proibição total.</p>



<p class="has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-c8aeba402c1f147783807a89e762b859" style="font-size:21px"><strong>Mobilizar! Vem aí o 8 de março</strong></p>



<p>O PL 1904 (que criminaliza aborto após a 22ª semana de gestação e cria pena similar à de assassinato) e a campanha “Criança não é mãe” deram duas lições: a primeira, sobre a possibilidade de mobilizar para defender esse direito; sobre a possibilidade de ganhar a opinião do povo, com 66% da população se colocando contra o PL (Datafolha em junho/2024); e de impor recuos à direita no Congresso. A segunda, sobre os erros que o PT pode cometer e os seus prejuízos, ao se acovardar frente aos espetáculos bolsonaristas e a conjuntura eternamente desfavorável no Congresso Nacional.</p>



<p>Esse debate deve voltar ao centro na preparação para o 8 de março, Dia Internacional da Mulher Trabalhadora, junto a outras demandas como o fim da escala 6&#215;1, o acesso a creches pública de qualidade e ações concretas quanto ao combate à violência.</p>



<p><strong>Priscilla Chandretti</strong></p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/trump-e-bolsonaristas-contra-as-mulheres/">Trump e bolsonaristas contra as mulheres</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">20122</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Terceirizados se mobilizam em Brasília contra atraso no pagamento dos salários</title>
		<link>https://otrabalho.org.br/terceirizados-se-mobilizam-em-brasilia-contra-atraso-no-pagamento-dos-salarios/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=terceirizados-se-mobilizam-em-brasilia-contra-atraso-no-pagamento-dos-salarios</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 17:42:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lutas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://otrabalho.org.br/?p=20079</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 13 de janeiro, trabalhadores administrativos terceirizados paralisaram suas atividades e se reuniram em frente ao Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania protestando contra o atraso no pagamento dos salários. A empresa R7 Facilities cometeu a mesma infração no Ministério da Igualdade Racial e no Ministério das Mulheres. A mobilização foi apoiada por parlamentares do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/terceirizados-se-mobilizam-em-brasilia-contra-atraso-no-pagamento-dos-salarios/">Terceirizados se mobilizam em Brasília contra atraso no pagamento dos salários</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 13 de janeiro, trabalhadores administrativos terceirizados paralisaram suas atividades e se reuniram em frente ao Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania protestando contra o atraso no pagamento dos salários. A empresa R7 Facilities cometeu a mesma infração no Ministério da Igualdade Racial e no Ministério das Mulheres.</p>



<p>A mobilização foi apoiada por parlamentares do PT, pela CUT-DF e por seus sindicatos filiados Sindsep-DF, servidores públicos federais, e Sindlimpeza, que representa a grande maioria dos terceirizados, cujos contratos coletivos contemplam muito mais direitos e conquistas, mas não representa os trabalhadores da R7 Facilities.. A R7 é registrada no ramo da metalurgia e, por decisão judicial apoiada pela empresa, seus funcionários só poderiam ser representados pelo sindicato dos metalúrgicos, que não apareceu.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-08cfdba995a7c47739458ad26c23759e" style="font-size:21px">O que diz a legislação</h2>



<p>Em 2003, o Tribunal Superior do Trabalho editou a súmula 331 que proibia a terceirização das atividades fim das empresas e órgãos públicos, limitando-a às atividades-meio.</p>



<p>No entanto, em 2018 o Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a súmula 331, julgando-a inconstitucional e determinando que:</p>



<div class="quote-box">
    <p>“É lícita a terceirização ou qualquer outra forma de divisão do trabalho entre pessoas jurídicas distintas, <strong>independentemente do objeto social das empresas envolvidas</strong>, mantida a responsabilidade subsidiária da empresa contratante.&#8221; (negrito nosso)</p>
</div>

<style>
.quote-box {
    border-top: 2px solid #eeeeee;
    border-bottom: 2px solid #eeeeee;
    padding: 20px 90px 0px 90px;
    margin: 20px 20px;
    text-align: center;
    position: relative;
}

.quote-box::before,
.quote-box::after {
    content: "";
    display: block;
    width: 10%;
    height: 3px;
    background-color: #CF2E2E;
    position: absolute;
    left: 50%;
}

.quote-box::before {
    top: 0;
}

.quote-box::after {
    bottom: 0;
}

.quote-box p {
    font-weight: bold;
    font-size: 1.2em;
    line-height: 1.5;
}
</style>



<p>O relator dessa decisão foi o Ministro Luís Roberto Barroso disse ser &nbsp;“inevitável que o mundo do trabalho passe, em todos os países de economia aberta, por transformações extensas e profundas. É o curso da história”. Na verdade é uma regressão histórica que o Ministro sancionou.</p>



<p>É por causa dessa decisão que uma empresa dita metalúrgica tem o direito de concorrer a licitações públicas para fornecer auxiliares administrativos, recepcionistas e até técnicos em informática como mão-de-obra terceirizada a órgãos públicos.</p>



<p>Em março de 2017 foi editada pelo golpista Temer a Lei nº 13.429/2017 que autoriza a terceirização ilimitada e o trabalho temporário, avançando na precarização do trabalho.</p>



<p>Mas, os dispositivos dessa lei foram considerados insuficientes pelos patrões e logo a seguir, em julho, a Lei 13.467/2017, da reforma trabalhista, deixou totalmente explícito que qualquer atividade das empresas, inclusive as chamadas atividades-fim, poderiam ser terceirizadas.</p>



<p>Em outubro de 2024, o STF declarou &#8220;transitada em julgado&#8221;, ou seja, assunto encerrado, sem possibilidade de novas discussões, sua decisão de 2018, que legaliza a terceirização de qualquer tipo para todas as atividades.</p>



<p>Para a justiça, a terceirização não prejudica os trabalhadores e há até alguns juízes que chegam ao cúmulo de dizer que elas favorecem a ampliação dos postos de trabalho e a proteção do trabalhador.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-5e26e8cec52c8e19fb84734cc5b09bf1" style="font-size:21px">A realidade</h2>



<p>O abuso da R7 Facilities é apenas um dos muitos exemplos de descumprimento da legislação pelas empresas de terceirização. Férias não pagas, FGTS ou INSS não recolhidos são situações comuns.</p>



<p>A própria R7 já havia sido denunciada por não ter pago férias de trabalhadores em outras ocasiões e também por utilizar laranjas e apresentar documentos falsos em licitações.</p>



<p>Apesar de estar sendo investigada, a R7 conseguiu decisões judiciais que lhe permitiram participar de licitações e, assim, pode obter inúmeros contratos com órgãos públicos na Esplanada dos Ministérios e com o Banco Central.</p>



<p>Essa empresa foi contratada pelo governo Bolsonaro, em 2022, para reforma e manutenção da penitenciária de segurança máxima de Mossoró e sua atuação foi suspeita de facilitar uma inédita fuga de dois presos, no início de 2024.</p>



<p>E para não deixar de lado nenhuma aberração, em 2024, até o mês de agosto, a R7 recebeu mais de R$ 5 milhões da farra das emendas parlamentares!</p>



<p class="has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-771ec729d582632f9fa47cb97c195230" style="font-size:21px">Os encaminhamentos</p>



<p>A mobilização dos trabalhadores fez com que os salários fossem depositados dois dias depois, na quarta-feira, 15 de janeiro, ainda que com numerosas incorreções. Nesse mesmo dia, foi realizada uma assembleia (foto) que decidiu continuar a organização para exigir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>juros e reparação sobre o atraso no pagamento levando os trabalhadores pagar  multas e taxas de inadimplência pelo atraso no pagamento de suas contas;</li>



<li>cumprimento de acordos firmados em 2024 para amento de salários e do vale-refeição;</li>



<li>rompimento do contrato dos ministérios com a R7 e substituição por outra terceirizada mantidos os postos de trabalho;</li>



<li>substituição da representação sindical.</li>
</ul>



<p>No plano nacional, sindicatos de todo o país mobilizam-se para entregar uma petição ao Presidente Lula reivindicando a revogação dessas duas leis e também da Reforma da Previdência (EC 103/2019). </p>



<p><strong>Edison Cardoni &#8211; Diretor da Condsef</strong></p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/terceirizados-se-mobilizam-em-brasilia-contra-atraso-no-pagamento-dos-salarios/">Terceirizados se mobilizam em Brasília contra atraso no pagamento dos salários</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">20079</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Fundo de previdência do Postalis corta 75% do Abono de 13° salário dos trabalhadores dos Correios</title>
		<link>https://otrabalho.org.br/fundo-de-previdencia-do-postalis-corta-75-do-abono-de-13-salario-dos-trabalhadores-dos-correios/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fundo-de-previdencia-do-postalis-corta-75-do-abono-de-13-salario-dos-trabalhadores-dos-correios</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 18:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Lutas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://otrabalho.org.br/?p=20033</guid>

					<description><![CDATA[<p>As trabalhadoras e trabalhadores dos Correios, contribuintes do Plano de previdência complementar Plano de Benefício Definido (PBD), sofreram no dia 13 de dezembro um desconto de 75% sobre o abono anual, 13° salário, correspondente à 13ª parcela da contribuição extraordinária, prevista no Plano de Equacionamento de Déficit (PED) para a cobertura do rombo bilionário causado [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/fundo-de-previdencia-do-postalis-corta-75-do-abono-de-13-salario-dos-trabalhadores-dos-correios/">Fundo de previdência do Postalis corta 75% do Abono de 13° salário dos trabalhadores dos Correios</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As trabalhadoras e trabalhadores dos Correios, contribuintes do Plano de previdência complementar Plano de Benefício Definido (PBD), sofreram no dia 13 de dezembro um desconto de 75% sobre o abono anual, 13° salário, correspondente à 13ª parcela da contribuição extraordinária, prevista no Plano de Equacionamento de Déficit (PED) para a cobertura do rombo bilionário causado entre 2015/2020, no escândalo do Postalis, que envolveu graves irregularidades no fundo de pensão dos funcionários dos Correios e revelou práticas de corrupção que causaram prejuízos bilionários aos participantes do fundo, operações fraudulentas e desvio de recursos. Os participantes do Postalis, em sua maioria funcionários dos Correios, foram os mais prejudicados.</p>



<p>O comprometimento da Diretoria Executiva do Postalis de &#8220;realizar, para o próximo exercício, estudos técnicos, buscando alternativas viáveis que respeitem as exigências legais e financeiras do plano&#8221; não é suficiente para garantir o direito dos trabalhadores.</p>



<p>A afirmação de compromisso do Postalis com a &#8220;recuperação de ativos e a otimização da gestão financeira&#8221; através de uma nova modalidade, plano de Contribuição Definida (CD) a partir de 2025, só pode indicar futuros contingenciamentos financeiros para cobrir o déficit bilionário a serem pagos pelos contribuintes com a retórica de &#8220;garantir a continuidade dos pagamentos e a proteção dos direitos&#8221;. A especulação financeira agradece este outro modal de investimentos no mercado para explorar trabalhadores.</p>



<p>Os fundo de pensão no mundo todo geram lucros bilionários lícitos e ilícitos com impactos destruidores na vida do trabalhador contribuinte. A previdência pública é atacada em todo planeta, e no Brasil, é necessário revogar a contrarreforma da previdência que ajuda a inflar os bolsos dos especuladores dos fundos de pensão.</p>



<p>A Fentect, Findect, sindicatos de base e entidades de representação e associativas dos trabalhadores dos Correios, ativos e aposentados, devem trabalhar para organizar os trabalhadores contra os ataques a seu bem mais precioso, o valor de sua força de trabalho e o direito à aposentadoria.</p>



<p>Devolução imediata do confisco dos 75% do 13° Salário!</p>



<p><strong>Evaldo Esidio Barbosa Filho</strong><br>Dirigente do Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos e Similares de Santa Catarina, Sintect-SC.</p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/fundo-de-previdencia-do-postalis-corta-75-do-abono-de-13-salario-dos-trabalhadores-dos-correios/">Fundo de previdência do Postalis corta 75% do Abono de 13° salário dos trabalhadores dos Correios</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">20033</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Greve de entrevistadores sociais obtêm primeira vitória</title>
		<link>https://otrabalho.org.br/greve-de-entrevistadores-sociais-obtem-primeira-vitoria/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=greve-de-entrevistadores-sociais-obtem-primeira-vitoria</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 17:59:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Lutas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://otrabalho.org.br/?p=20028</guid>

					<description><![CDATA[<p>Trabalhadores da Fundac, empresa que terceiriza o trabalho dos entrevistadores sociais responsáveis pelo cadastramento do CadÚnico para a Prefeitura de São Paulo. Conversamos com A.C., trabalhadora da Fundac (prestadora de serviços para a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social de São Paulo (Smads), integrante do comando da greve, iniciada na segunda-feira (9/12), após assembleia [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/greve-de-entrevistadores-sociais-obtem-primeira-vitoria/">Greve de entrevistadores sociais obtêm primeira vitória</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Trabalhadores da Fundac, empresa que terceiriza o trabalho dos entrevistadores sociais responsáveis pelo cadastramento do CadÚnico para a Prefeitura de São Paulo.</p>



<p>Conversamos com A.C., trabalhadora da Fundac (prestadora de serviços para a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social de São Paulo (Smads), integrante do comando da greve, iniciada na segunda-feira (9/12), após assembleia que definiu a pauta (pagamento dos salários atrasados, segunda parcela do 13º salário e de outros direitos, como férias e rescisões dos demitidos) e formou o comanado da greve.</p>



<p>São mais de 400 trabalhadoras(es) da Fundac que presta serviços terceirizados nos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) e nas Subprefeituras, nas praças de atendimento do programa Descomplica da Prefeitura de São Paulo.&nbsp; Entrevista realizada por Alexandre Linares.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-5fc3f8e9284ce70f0bcc171f52e01944" style="font-size:21px"><strong>Como foi o início da greve?</strong></h2>



<p>Foi bem difícil fazer os trabalhadores entenderem os direitos que têm e aderirem à greve. Mas, quando começou o atraso nos salários, a grande maioria decidiu parar. Não só pelo salário, mas também pelo pagamento da segunda parcela do 13º, pelas horas extras não pagas antes da eleição, quando trabalhamos até aos domingos, e pelas férias vencidas — há funcionários com três ou quatro períodos de férias acumulados. É um estado de calamidade, todos os direitos são violados. Há ainda as péssimas condições de trabalho. Nos locais onde atendemos, trabalhamos com cadeiras e ventiladores quebrados e os computadores, mouses e teclados são de baixa qualidade. A situação é crítica tanto nos postos de atendimento quanto fora deles. Para quem vai às ruas, no trabalho de campo, as condições são ainda piores, insalubres. Não temos respaldo da empresa e sequer conseguimos contato com o RH que não responde aos e-mails. É uma situação muito difícil, mas conseguimos organizar a nossa greve.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-ce28ee6c39f069cce7c9d24285695053" style="font-size:21px"><strong>E a luta pelos empregos, já que a empresa perdeu o contrato com a Prefeitura?</strong></h2>



<p>Sim, a Fundac perdeu a licitação, e, já sabemos que vai haver troca de empresa. Porém, até agora, a nova contratada não passou nenhuma informação. Os funcionários estão no escuro, sem saber se serão recontratados.</p>



<p>Este fim de ano está destruindo a sanidade mental dos funcionários e ex-funcionários, que precisam lutar e se humilhar pelo mínimo: seus direitos. Exigimos a manutenção dos empregos de todos os entrevistadores sociais da Smads. A nova empresa deve assumir os funcionários da Fundac e garantir seus direitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-181af3eeff22c4c62a76ea5a1f92df6f" style="font-size:21px"><strong>Há três dias do início da greve, hoje (13/12), a empresa começou a pagar, como está a situação?</strong></h2>



<p>Sim, parte começou a receber os salários, e a segunda parcela do 13º também está sendo depositada nesta sexta-feira. Porém, até agora, às 14h, ainda havia funcionários sem pagamento. Esperamos que todos sejam pagos. Mas nem todos os direitos que cobramos foram atendidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-560a9c7ff442e37bfaa990ce6a215e18" style="font-size:21px"><strong>Quem recebeu os salários deve voltar ao trabalho já na segunda-feira. Mas a mobilização continua?</strong></h2>



<p>Sim, a mobilização continua. Uma nova assembleia está marcada. Seguiremos organizados, discutindo as novas pautas que surgirem e as pendências que já estamos lutando para resolver. Continuaremos mobilizando a categoria.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-7bfc9454a01fd4f652c26414acc01cc6" style="font-size:21px"><strong>O que você diria para aqueles que estão passando por situações semelhantes?</strong></h2>



<p>Não se calem, não desistam dos seus direitos. Se é um direito, vocês precisam lutar por ele, porque ninguém vai tomar a frente da luta por vocês. É preciso mostrar o rosto, a cara e a voz de vocês. Sem isso, a luta não é justa. Eu agradeço o apoio de vocês.</p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/greve-de-entrevistadores-sociais-obtem-primeira-vitoria/">Greve de entrevistadores sociais obtêm primeira vitória</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">20028</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
