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	<title>Arquivo de Sindical - O Trabalho</title>
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		<title>CUT debate Marcha para revogar a Reforma Trabalhista e as terceirizações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 18:16:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sindical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Congressos Estaduais da CUT continuam sendo realizados. No período de 2 a 20 de agosto ocorreram em Pernambuco, Rio Grande do Sul, Sergipe, Piauí, Goiás, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e Distrito Federal.  Na pauta as lutas estaduais, mas também a preparação do 14º Congresso Nacional da CUT que ocorrerá em outubro em [&#8230;]</p>
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<p>Os Congressos Estaduais da CUT continuam sendo realizados. No período de 2 a 20 de agosto ocorreram em Pernambuco, Rio Grande do Sul, Sergipe, Piauí, Goiás, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e Distrito Federal. </p>



<p>Na pauta as lutas estaduais, mas também a preparação do 14º Congresso Nacional da CUT que ocorrerá em outubro em São Paulo.&nbsp;</p>



<p>O Congresso do Rio Grande do Sul, com 450 delegados(as), foi marcado pela volta do CPERS (Sindicato dos Professores Estaduais) à CUT (JOT 920). O Congresso teve ainda uma boa discussão do macro setor do serviço público, colocando no centro o combate à PEC 32(reforma administrativa), ao arcabouço fiscal, ao EC 95 e pela negociação coletiva. Uma emenda sobre o arcabouço fiscal aprovada reafirma o que Lula disse ‘o povo precisa entrar no orçamento’, portanto “não ao arcabouço e sim às demandas do povo”. Os delegados puderam ouvir atentamente sobre a luta dos trabalhadores da alimentação de Erechim, a greve que naquele momento durava 5 dias e que foi reprimida pela ação da polícia. Uma moção foi aprovada com os delegados em pé, dando todo apoio a luta.&nbsp;</p>



<p>As bancadas da “CUT Independente e de Luta” (CIL) e “CUT Pode Mais”, intervieram de forma conjunta e tiveram todas as suas resoluções aprovadas.&nbsp;</p>



<p>O Congresso de Pernambuco, teve a participação de 350 delegados(as) e as discussões na conjuntura estadual centraram críticas à desastrosa gestão de Raquel Lyra (PSDB). No plano das lutas, emendas apresentadas pela CIL foram aprovadas: lutar pela revogação das Reformas Trabalhista e da Previdência; lutar contra a aprovação da Reforma Administrativa que se encontra no Congresso; lutar contra a política de privatização e pela reestatização de empresas privatizadas; contra a privatização da COMPESA, do Metrô Recife e da CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos); combater o trabalho precário e as desigualdades nas relações de trabalho.&nbsp;</p>



<p><strong>Marcha a Brasília em debate</strong><br>Nos congressos da Bahia, Distrito Federal e Minas Gerais, as bancadas da CIL, além das emendas apresentadas nas assembleias de base que elegeram os delegados, tomaram a iniciativa de apresentar uma nova emenda para a convocação pela CUT de uma Marcha a Brasília. A emenda diz: </p>



<p>&#8220;A Reforma Trabalhista retirou inúmeros direitos dos trabalhadores. O fim da ultratividade, a homologação sem a presença dos sindicatos, os contratos individuais e o negociado sobre o legislado. A Reforma Trabalhista combinada com a Lei da Terceirização ilimitada aprofundou a precarização das relações de trabalho e aumentou as incidências de trabalho escravo.</p>



<p>Não bastasse tudo isso, o fim da justiça gratuita do trabalho inibe a entrada de ações movidas pelos trabalhadores contra os abusos patronais. Por isso propomos que a CUT organize uma marcha a Brasília para exigir a Revogação da Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017) e o fim da Terceirização Ilimitada (Lei 13.429/2017).”</p>



<p>Agora, o debate será feito no Congresso Nacional da Central.</p>



<p>Nestes Congressos Estaduais foram aprovadas ainda moções de Solidariedade ao Povo Peruano na sua luta para derrotar o governo de Dina Boluarte e convocar uma Assembleia Constituinte Soberana, bem como exigindo a retirada das tropas dos Estados Unidos do país vizinho.</p>



<p><strong>João B. Gomes</strong></p>
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		<title>Há 40 anos, nascia a CUT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 18:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fixo]]></category>
		<category><![CDATA[Sindical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de cinco mil delegados vindos de todo o país, do campo e das cidades, num enorme esforço de organização, confluíram para o congresso de fundação da Central Única dos Trabalhadores, em 28 de agosto de 1983, em São Bernardo do Campo. A decisão de se fundar a Central se deu, por maioria, em agosto [&#8230;]</p>
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<p>Mais de cinco mil delegados vindos de todo o país, do campo e das cidades, num enorme esforço de organização, confluíram para o congresso de fundação da Central Única dos Trabalhadores, em 28 de agosto de 1983, em São Bernardo do Campo.</p>



<p>A decisão de se fundar a Central se deu, por maioria, em agosto de 1981 na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora realizada na Praia Grande (SP). Nessa CONCLAT delinearam-se dois blocos opostos: o “Combativo” ou do “Novo Sindicalismo”, que emergiu das greves de 1978 no ABC paulista que se espalharam por todo o país, criando lideranças que confluíram na fundação do PT, em 1980; e de outro lado, a “Unidade Sindical”, com os sindicalistas do PCB ou “partidão”, PCdoB e MR-8, junto com os pelegos da estrutura oficial. As resoluções adotadas foram uma grande vitória do bloco combativo e a fundação da CUT então marcada para 1982.</p>



<p>Mas na Comissão nacional Pró-CUT, que era paritária, o bloco da “Unidade Sindical” fez de tudo para inviabilizar o Congresso em 1982, conseguindo adiá-lo para 1983. Nesse ano, marcado pela greve geral em solidariedade aos petroleiros de Paulínia, novamente os pelegos e seus aliados tentaram adiar o Congresso. Porém, dessa vez, com maior organização e apoiado pelo Encontro Nacional dos Sindicalistas do PT, o bloco “combativo” resolveu bancar a fundação da CUT.&nbsp;</p>



<p>Assim, a CUT foi criada em ruptura com a ditadura militar e com a estrutura sindical oficial, e, vale dizer, contra o controle do Ministério do Trabalho sobre a organização sindical via unicidade e imposto sindical. A CUT nasceu na luta pelas liberdades democráticas, pela liberdade e autonomia sindical, como uma Central voltada para a luta de classe. Todas as demais centrais sindicais surgidas posteriormente tiveram o objetivo de combater, de uma forma ou de outra, a CUT e seus princípios e prática sindical combativa.&nbsp;</p>



<p><strong>Os desafios atuais</strong><br>Hoje a CUT está sendo chamada a reaprender com sua própria história e nela encontrar os elementos para superar uma situação de crise do sindicalismo que também a afeta. A ofensiva do capital para flexibilizar e destruir direitos inclui pressão contra os sindicatos e seu papel de defesa da classe, em favor da individualização das relações de trabalho.</p>



<p>Os problemas da CUT não vêm de hoje, mas em 2015, quando a direita levantou a cabeça contra a reeleição de Dilma, ela ainda foi capaz de ser o eixo da resistência ao golpismo nas mobilizações de rua, ajudando a constituir frentes com os movimentos populares e outras centrais. Não foi o suficiente para impedir o golpe, o governo Temer e a eleição de Bolsonaro a que se seguiu, porém a CUT contribuiu para preservar a capacidade de luta do movimento sindical e popular no Brasil.&nbsp;</p>



<p>Hoje, no entanto, apesar da heroica vitória eleitoral de Lula para a qual também contribuiu, a CUT se encontra com um baixo perfil na luta de classe, com a ação de sua cúpula voltada para a busca de consensos com os setores mais retrógrados do sindicalismo no Fórum das Centrais Sindicais, quando o necessário seria uma mobilização ampla desde as bases para, por exemplo, organizar uma Marcha à Brasília pela revogação da Reforma Trabalhista de Temer, que liquidou com os direitos e conquistas de nossa classe.&nbsp;</p>



<p>O 14º Congresso Nacional da CUT, neste ano em que ela completa 40 anos de vida, está chamado a reorganizar de alto a baixo o movimento sindical cutista para a luta em defesa dos interesses da classe trabalhadora, inspirando-se para tanto em sua própria e rica história de luta.</p>



<p><strong>Julio Turra</strong></p>
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		<title>Sobre o anúncio de uma volta à CUT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 18:42:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sindical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É o que indica artigo de dirigente sindical ligado ao PSOL Em 5 de agosto foi publicado no site “esquerdaonline” o artigo de Mauro Puerro, da corrente Resistência do PSOL, intitulado “40 anos da CUT: passado, presente e, futuro”, ilustrado por uma enorme bandeira da CUT ondulando no céu de São Paulo. (https://esquerdaonline.com.br/2023/08/05/40-anos-da-cut-passado-presente-e-futuro/) Mauro participou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-red-color">É o que indica artigo de dirigente sindical ligado ao PSOL</mark></strong></em></p>



<p></p>



<p>Em 5 de agosto foi publicado no site “esquerdaonline” o artigo de Mauro Puerro, da corrente Resistência do PSOL, intitulado “40 anos da CUT: passado, presente e, futuro”, ilustrado por uma enorme bandeira da CUT ondulando no céu de São Paulo. (https://esquerdaonline.com.br/2023/08/05/40-anos-da-cut-passado-presente-e-futuro/)</p>



<p>Mauro participou de todo o processo de lutas que levou à criação da CUT em 28 de agosto de 1983 e, como membro da Convergência Socialista e depois do PSTU, militou no quadro da central até 2004, quando sobreveio a ruptura que originou a Conlutas.</p>



<p>O sentido geral do seu artigo é o de anunciar o regresso à CUT de um conjunto de militantes que a abandonaram há quase 20 anos. É o que se depreende da parte final do mesmo, em que se fala dos desafios colocados diante da central ao completar seus 40 anos, seguidos pela frase: “Nós estamos dispostos a essa batalha”. O que só pode ser motivo de felicitação.</p>



<p>Entretanto esse anúncio de retorno se faz sem qualquer balanço sobre a ruptura realizada em 2004 pelo que viria a ser a Conlutas e depois a CSP-Conlutas (2010), cuja política sectária e divisionista tinha como objetivo declarado combater a CUT, através da desfiliação de sindicatos, enfraquecendo-a e no limite a destruindo. Política que fracassou e que está na origem de uma crise terminal da própria CSP-Conlutas, como é visível na recente desfiliação do Andes-SN da mesma.</p>



<p>Ao invés de um balanço claro do erro que foi abandonar o terreno de luta no interior de uma central de massas e com origem na luta de classe como a CUT, o artigo adota o caminho tortuoso de atribuir à postura “governista” da sua direção nos 14 anos de governos Lula e Dilma a ocorrência de “várias rupturas importantes ainda que minoritárias”, omitindo a responsabilidade dos que tomaram a iniciativa de fazê-las (PSTU no caso da Conlutas, PSOL no da Intersindical, que depois se dividiu). Em seguida admite que, mesmo que “as duas centrais do passado transformaram-se em mais de 10”, por razões políticas e financeiras, a CUT “continuou e continua como a maior delas”.</p>



<p>O que justificaria então o retorno à CUT? O fato de ela continuar a ser “a maior das centrais”? Ou teria mudado o “governismo” da maioria de sua direção? Aqueles que, como nós, lutam cotidianamente nos marcos da CUT pela independência da central diante dos governos e patrões e sua autonomia diante dos partidos políticos, sabemos que essa é uma batalha permanente, que não se resolve da noite para o dia.</p>



<p>Então o que justificaria a volta à CUT, segundo o artigo de Mauro Puerro? A política de “Frente Única” do Comitê Fora Bolsonaro que a CUT teria impulsionado a partir do Fórum das Centrais e das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que, ainda que não tivessem tido a força de derrotar o governo nas ruas, ajudaram a vitória de Lula nas eleições de 2022. “Frente Única” que deve ser prolongada, diz o artigo.</p>



<p>O curioso é que esse elogio à “frente única” que se estende ao “Fórum das Centrais”, é feito num momento em que, no debate do 14º congresso da CUT, se coloca em questão a subordinação da mesma a consensos com os setores mais retrógrados do sindicalismo, numa política voltada à pressão de corredores no Congresso e nos Ministérios, sem qualquer mobilização das bases sindicais para o combate no terreno direto da luta de classes.</p>



<p>Assim, ao invés da mobilização desde as bases para revogar a reforma trabalhista imposta desde o governo Temer, o “Fórum das Centrais” propõe apenas revisar alguns de seus pontos numa mesa tripartite com os patrões, mediada pelo governo.</p>



<p>É claro que é preciso lutar pela unidade de ação de todas as centrais em torno de reivindicações concretas, preservando a independência de cada uma delas, a começar pela própria CUT. Isso seria a frente única, voltada para ação de massas e incluindo os movimentos populares. Mas não é isso que se dá no “Fórum das Centrais”, que funciona como uma espécie de “direção acima das direções” priorizando acordos de cúpula com a UGT e Força Sindical, herdeiras do bloco pelego que há 40 anos combateu ferozmente à criação da CUT, para apresentar projetos institucionais de temas trabalhistas e sindicais.</p>



<p>Assim, ao fazer o elogio da ampla “frente única” que a CUT teria impulsionado, dando a entender que esta é a razão para a “volta à CUT” de militantes sindicais de sua corrente do PSOL, o artigo de Mauro acaba embelezando o “Fórum das Centrais” que atua em aberta contradição com as bases sobre as quais a própria CUT foi fundada há 40 anos: um sindicalismo independente e combativo, um sindicalismo de luta de classe.</p>



<p><strong>Julio Turra</strong></p>
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		<title>Após oito anos, CPERS se refilia à CUT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 20:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sindical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Centro de Professores do Rio Grande do Sul (CPERS) é o segundo maior sindicato da América Latina Em assembleia ocorrida em 14 de julho, professores e funcionários de escolas estaduais no Rio Grande do Sul decidiram refiliar o CPERS à CUT.&#160; Duas votações foram feitas, ambas em urnas. A primeira questão: o sindicato deveria se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-red-color">Centro de Professores do Rio Grande do Sul (CPERS) é o segundo maior sindicato da América Latina</mark></em></strong></p>



<p>Em assembleia ocorrida em 14 de julho, professores e funcionários de escolas estaduais no Rio Grande do Sul decidiram refiliar o CPERS à CUT.&nbsp;</p>



<p>Duas votações foram feitas, ambas em urnas. A primeira questão: o sindicato deveria se filiar? 492 responderam que sim, 264 não, com 11 abstenções. A segunda era a qual central: 462 votos pela filiação à CUT e 92 à Conlutas, com 182 abstenções, 16 nulos e 1 branco. CTB e Intersindical não defenderam votos em suas entidades.</p>



<p>O sindicato que reúne 80 mil servidores se desfiliou em 2015, após quase 19 anos nas fileiras da CUT. A desfiliação, animada pela Conlutas e setores da direita, embalada pelo antipetismo e pela frustração e choques com os governos do PT (Dilma à época) levou a categoria a se afastar da central.</p>



<p>Em 2023, a refiliação se deu sob uma conjuntura difícil para os educadores.&nbsp;</p>



<p>O governo Eduardo Leite (PSDB) tem atacado duramente conquistas históricas da categoria como o plano de carreira que foi desfigurado e paulatinamente tem transformado o piso nacional dos professores em teto. Servidores aposentados tiveram seus salários reduzidos com a aplicação da reforma da previdência de Bolsonaro, aprovada no RS pela Assembleia Legislativa com votos do PDT e PSB. As funções dos funcionários de escola, que sofrem com miseráveis salários congelados, tem sido terceirizadas, e a falta de concursos públicos tem aumentado ainda mais a proporção de professores temporários com contratos precarizados. Poucos dias antes da assembleia, outro duro golpe: o aumento da contribuição para manutenção do plano de saúde (IPE).</p>



<p>No debate, a necessidade da organização unitária dos educadores com os demais trabalhadores do setor público e privado prevaleceu, não sem resistência daqueles que se opuseram à refiliação dizendo que &#8220;a unidade se dava no Fórum das Centrais&#8221;, lugar onde os chefes acertam as pautas por cima, acomodando posições distintas e freando a independência e a construção da CUT.</p>



<p><em>Marcelo Carlini</em></p>
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		<item>
		<title>Começaram os Congressos Estaduais da CUT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 20:19:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sindical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Poucos debates reais e muita discussão de cúpula Os Congressos Estaduais da CUT (CECUTs) começaram. Entre 20 e 23 de julho ocorreram no Acre, no Amazonas e no Mato Grosso. Já entre 26 e 30 de julho foi a vez do Ceará, Maranhão, Paraná e Rondônia.&#160; No CECUT Amazonas, foram apresentadas as emendas da CUT [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-red-color">Poucos debates reais e muita discussão de cúpula</mark></em></strong></p>



<p>Os Congressos Estaduais da CUT (CECUTs) começaram. Entre 20 e 23 de julho ocorreram no Acre, no Amazonas e no Mato Grosso. Já entre 26 e 30 de julho foi a vez do Ceará, Maranhão, Paraná e Rondônia.&nbsp;</p>



<p>No CECUT Amazonas, foram apresentadas as emendas da CUT Independente e de Luta (CIL) e foram bem aceitas, em especial a que propõe a anulação das reformas trabalhista, previdenciária e a revogação do Novo Ensino Médio (NEM), dando apoio ao ato convocado pela CNTE para o dia 9 de agosto em Brasília. Todas as emendas da CIL foram aprovadas.&nbsp;</p>



<p>O companheiro Walter Matos, secretário geral do Sindsep-AM, estará na Executiva da CUT, na Secretaria de Comunicação e a companheira Margarete ficará na Diretoria Executiva.&nbsp;</p>



<p>No CECUT Mato Grosso, a bancada da CIL, reuniu delegados do Sintep (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do MT) e do Sindsep (Sindicato dos Servidores Públicos Federais do MT). Dos 120 delegados eleitos para todo o Congresso, participaram 90. Mas um balanço se impõe, por que o CECUT MT teve apenas 4 sindicatos participantes – sindicatos de professores, de funcionários das universidades, de servidores federais, além do sindicato dos bancários?&nbsp;</p>



<p>O início do Congresso foi marcado por uma polêmica quanto ao percentual de 50% para envio de emendas ao 14º CONCUT. A orientação da Coordenação Nacional do CONCUT é de 20%, mas infelizmente a coordenação local manteve os 50%, o que foi aprovado por 32 votos a 22. </p>



<p>Quanto às emendas apresentadas pela CIL, todas foram aprovadas por consenso, exceção feita à discussão sobre o CART (Reforma Sindical), cujo debate foi mantido, mas com a emenda retirada. No plano de lutas foi aprovada uma emenda pela revogação do NEM e a construção de uma caravana da CUT-MT para o ato convocado pela CNTE no dia 9 de agosto em Brasília. Os companheiros da CIL estarão na Executiva, com Robinson Cireia, Secretário de Organização e Política Sindical, João de Deus, Secretário de Saúde do Trabalhador e Damásio Pereira, Secretaria Executiva, além de outros seis na direção.&nbsp;</p>



<p>No CECUT Ceará, 459 delegados foram eleitos e 404 inscritos. Os delegados identificados com a CIL se reuniram em torno das emendas e organizaram a batalha pelas assinaturas de 20% dos delegados para habilitar emendas e moções. Nas discussões sobre as emendas e moções apresentadas pela CIL todas foram aprovadas e serão enviadas ao 14º CONCUT. Na composição da direção, o companheiro da CIL Roberto Luque, ocupará a Secretaria de Organização e Política Sindical, na Executiva.&nbsp;</p>



<p>Os Congressos Estaduais até aqui realizados demonstram que há disposição para luta, apesar de um certo esvaziamento e observada a falta de discussão política, pois os debates de fato não acontecem. As emendas são incorporadas por consenso e não permitem uma verdadeira discussão, em especial sobre a revogação das Reformas Trabalhistas e Previdenciária. Quanto à reforma sindical, é ainda pior, pois as discussões&nbsp; são feitas “por cima”, sem a participação da base da Central, que são seus sindicatos e trabalhadores filiados. Nós, por parte dos delegados da CIL, vamos levar adiante o combate para que os sindicatos filiados discutam e interfiram nas discussões da cúpula.</p>



<p><em>João B. Gomes</em></p>
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		<title>Sindicato do judiciário federal se refilia à CUT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 18:54:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidade representa os servidores do Rio Grande do Sul O Sintrajufe, sindicato que representa os servidores da Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Justiça Eleitoral e Justiça Militar, além do Ministério Público da União, no Rio Grande do Sul, se refiliou à CUT no seu 10º Congresso Estadual, realizado entre os dias 30 de junho, 1º [&#8230;]</p>
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<p><strong><em><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-red-color">Entidade representa os servidores do Rio Grande do Sul</mark></em></strong><br><br>O Sintrajufe, sindicato que representa os servidores da Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Justiça Eleitoral e Justiça Militar, além do Ministério Público da União, no Rio Grande do Sul, se refiliou à CUT no seu 10º Congresso Estadual, realizado entre os dias 30 de junho, 1º e 2 de julho. Os servidores do TRF4, núcleo da operação Lava Jato, também compõem a base da entidade.<br><br>O sindicato foi desfiliado em 2014, num movimento impulsionado pela Conlutas com o apoio de setores de direita da categoria. O choque com a política do governo Dilma (PT) e a onda anti-partidos de 2013, também serviu de combustível para a saída da entidade da Central.<br><br>A desfiliação das entidades do judiciário federal pelo país se desenvolveu para o ingresso da direita, mais ou menos organizada, na direção dos sindicatos. Atualmente o Sindjus/DF, maior do país, é dirigido por setores ligados a Ibaneis Rocha (MDB), governador conhecido por facilitar o ato golpista de 8 de janeiro.<br><br>A refiliação, aprovada por ampla maioria no Congresso, é fruto do combate dos cutistas que não baixaram suas bandeiras, enfrentaram o golpe de 2016, denunciaram a prisão injusta de Lula e sempre estiveram à frente do movimento pelo fim do governo Bolsonaro, a retirada da PEC 32 e a campanha salarial. Nas eleições de 2022, organizaram um comitê de servidores do poder judiciário.<br><br>A refiliação do Sintrajufe abre caminho para outras entidades do judiciário e do serviço público retornarem à CUT.<br><br><strong>Marcelo Carlini</strong></p>
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		<title>Direção da CUT só olha para cima!</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jun 2023 14:44:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciam-se em maio as assembleias eletivas de delegados ao 14º Congresso nacional da CUT que se dará em outubro e para os congressos estaduais (CECUTs) em agosto. O texto base para o CONCUT saiu em 18 de maio, acompanhado por textos de contribuição ao debate das forças que compõem a direção da central. Como não [&#8230;]</p>
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<p>Iniciam-se em maio as assembleias eletivas de delegados ao 14º Congresso nacional da CUT que se dará em outubro e para os congressos estaduais (CECUTs) em agosto. O texto base para o CONCUT saiu em 18 de maio, acompanhado por textos de contribuição ao debate das forças que compõem a direção da central.<br><br>Como não havia acordo sobre as diretrizes apresentadas pelo Fórum das Centrais para um “Projeto de fortalecimento da negociação coletiva e da organização sindical” em março, a Executiva nacional da CUT foi convocada para uma reunião presencial em 22 de maio para aprová-las, pois no dia seguinte instalava-se a mesa tripartite com o governo e as entidades patronais em Brasília.<br><br>Assim, no auditório do Sindicato dos Químicos em São Paulo, foi apresentada num telão a última versão das diretrizes do tal projeto. Ao não mexer no artigo 8º da Constituição, ele preserva a “unicidade sindical” (proibição de mais de um sindicato por categoria na mesma base), estabelece duas Câmaras de Autoregulamentação (dos trabalhadores e dos empresários) no interior de um Conselho Nacional de Relações do Trabalho (CNRT) vinculado ao Ministério.</p>



<p><strong>Um debate longe das bases</strong><br>Ao invés da CUT liderar as outras centrais numa batalha para revogar a contrarreforma trabalhista de Temer, uma urgência para o conjunto da classe, a discussão sobre o que será ou não revisado na legislação trabalhista vai depender de um acordo com os patrões numa mesa tripartite mediada pelo governo.<br><br>Temas como a ultratividade das convenções coletivas, o trabalho intermitente, a terceirização ilimitada (que está na base do trabalho análogo ao escravo), terão que passar por um acordo prévio com os patrões para virar projetos de lei. Em troca as cúpulas das centrais, em rodízio, se tornam árbitros de conflitos de base sindical, fiscais da representatividade dos sindicatos e definiriam o destino dos recursos arrecadados por uma taxa negocial.<br><br>Tal arranjo, num ano em que a CUT completa 40 anos, é um retrocesso que visa preservar os privilégios das atuais cúpulas sindicais, enquanto as organizações por local de trabalho (OLT), que sempre foram defendidas pela CUT, ficam ao sabor de acordos por empresa.<br><br>O debate, com poucas falas a favor e contra o “projeto”, terminou com um voto majoritário a seu favor dado por dirigentes ligados à ArtSind e à CSD, enquanto os ligados à “CUT independente e de Luta”, AE, MS e EPS, minoritários, destacaram e votaram contra o mecanismo de “autoregulamentação” proposto (CART).<br><br>As assembleias eletivas para o CONCUT estarão chamadas a corrigir essa deriva da central em relação à sua histórica luta por liberdade sindical e apontar para as lutas concretas que devem concentrar as energias de nossa classe no atual momento.</p>



<p><strong>João B. Gomes</strong></p>
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		<title>Eleição do Andes gera diretoria ilegítima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 19:57:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eleição do Andes-SN ocorreu nos dias 10 e 11 de maio. Três chapas concorreram, a chapa 1, da situação, representando uma continuidade de mais de 20 anos, a chapa 2, uma ruptura do condomínio dirigente e a chapa de oposição, Chapa 3-Renova Andes. O resultado proclamado pela comissão eleitoral foi: Tomando só os números, [&#8230;]</p>
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<p>A eleição do Andes-SN ocorreu nos dias 10 e 11 de maio. Três chapas concorreram, a chapa 1, da situação, representando uma continuidade de mais de 20 anos, a chapa 2, uma ruptura do condomínio dirigente e a chapa de oposição, Chapa 3-Renova Andes. O resultado proclamado pela comissão eleitoral foi:<br><br>Tomando só os números, o quadro de eleitores aptos chegou ao ponto mais baixo dos últimos 9 anos, 64.914, uma perda de mais de 5.000 filiados, dos quais apenas 16.349 compareceram às urnas, ou 25% dos filiados.<br><br>Em relação à eleição de 2020 (remotas), a chapa da Diretoria recuou 30 votos, de 7086 para 7056, enquanto o Renova evoluiu 1.105 votos (5.658 &#8211; 6.763). Se tomarmos a última eleição presencial como referência (2018), a perda de votos da Diretoria (1676 votos a menos, -19%) foi bem maior do que a do Renova (452, -6%). O que não foi o suficiente para a Chapa 3 fazer maioria. No conjunto, porém, a Chapa 1 sai minoritária.<br><br>Este quadro equilibrado, numa situação em que o sindicato recua no número de filiados e de comparecimento às urnas (mesmo com 3 chapas concorrendo!) explica porque a Diretoria aprofundou a forma viciada de organização do pleito e fez uso à fundo das distorções das regras de disputa.<br><br>As chapas foram anunciadas em fevereiro e foram homologadas no início de março, mas apenas depois disso a Comissão Eleitoral Central (CEC) determinou quem compunha o eleitorado, incluindo professores de instituições onde não há seções do ANDES, como UFRN, UFG, UFBA, ou onde a seção se encontra inadimplente, como na UFPE, mas excluindo os da UFMG e UFSCAR, nas quais as atuais diretorias das associações docentes começaram um processo de refiliação delas ao Sindicato Nacional. Por que? Neste caso, a CEC, atuando como representante da chapa de situação, aplicou a matemática: onde a votação se previa desfavorável à chapa 1, interditou a votação. A diferença de menos de 300 votos mostra que esta manobra pode ter decidido a eleição.<br><br>Um resultado esdrúxulo deste arranjo antidemocrático foi que o candidato a presidente pela Chapa 1, docente da UFMG, não teve direito a voto. O presidente do ANDES-SN eleito não foi eleitor nestas eleição, isto é, como a CEC considerou que o sindicato não existe na UFMG, ele sequer é filiado ao ANDES-SN!<br><br>Note-se que a fixação do universo de eleitores apenas depois do processo se iniciar impediu as chapas de oposição de pedir a impugnação do candidato não filiado ao sindicato. É de se perguntar ainda como o presidente eleito é atualmente 1º vice-presidente da Regional Leste do sindicato posto que sua base foi considerada fora do quadro do ANDES-SN. Em qualquer eleição democrática não se poderia admitir que um candidato não fosse eleitor.<br><br>A eleição eivada de irregularidades das quais esta é apenas a mais grave pariu uma diretoria, para se dizer o mínimo, ilegítima.<br><br>A batalha do Renova ANDES, que continua, integrará a luta pela restauração da democracia sindical e da legitimidade, mas o Fórum de oposição entende que esta luta é inseparável de levar o sindicato a reatar com as lutas concretas que hoje implica na defesa do orçamento das instituições públicas de ensino superior em face do Novo Arcabouço Fiscal, na luta pela recomposição dos salários no setor público, como na greve atual de docentes das estaduais do PR, na recuperação do financiamento da pesquisa e na restauração da carreira docente, hoje desintegrada.<br><br>O Renova prepara um seminário nacional para dar conta destas imensas tarefas para o próximo mês de junho.</p>



<p><strong>Erika Suruagy</strong></p>
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		<title>Prestando contas &#8211; em defesa da CUT Independente e de Lutas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 13:19:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2 de maio ocorreu uma reunião da Direção Nacional da CUT de meio período para discutir Conjuntura e aprovação do texto base ao 14º. CONCUT Atos de 1º de maio abaixo das expectativasNa véspera ocorreram os atos de 1º de Maio, que infelizmente não tiveram grande participação da base sindical. Mesmo no ato nacional [&#8230;]</p>
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<p><em><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-red-color">Em 2 de maio ocorreu uma reunião da Direção Nacional da CUT de meio período para discutir Conjuntura e aprovação do texto base ao 14º. CONCUT</mark></em></p>



<p><strong>Atos de 1º de maio abaixo das expectativas</strong><br>Na véspera ocorreram os atos de 1º de Maio, que infelizmente não tiveram grande participação da base sindical. Mesmo no ato nacional chamado pela CUT e demais centrais para São Paulo com a presença de Lula, o público foi reduzido. Registre-se que nos dias anteriores vazou na imprensa que o Fórum das Centrais havia convidado o governador bolsonarista de São Paulo, Tarcisio. além dos presidentes da Câmara e Senado e do prefeito, o que provocou a reação contrária imediata de entidades cutistas como a APEOESP, Sindicato dos Jornalistas e Sindsep (municipais). O governador paulista acabou indo ao AgriShow para juntar-se a Bolsonaro, mas o estrago já estava feito.</p>



<p>Afinal, o 1º de maio é o dia internacional de luta da classe trabalhadora, por isso deveria ter no centro as reivindicações, como a revogação das reformas trabalhista, do novo ensino médio, a reestatização das estatais, a reforma agrária, ou seja questões concretas e não, ao invés de declarações bombásticas contra os juros altos, como fizeram dirigentes de centrais, em particular Sérgio Nobre, presidente da CUT, sem colocar o dedo na ferida, que é a autonomia do Banco Central que deveria ser extinta, além, é claro de aumento geral dos salários que estão defasados.</p>



<p><strong>É preciso olhar para baixo…</strong><br>Na reunião da DN CUT de 2 de maio uma boa parte das intervenções, num quadro esvaziado em que a maioria dos participantes eram “virtuais”, olhavam só para cima, isto é, para as ações do governo, participação em suas iniciativas e em mesas de negociação tripartites, mas muito pouco se falou das lutas concretas com as quais os sindicatos estão confrontados. É evidente que devemos apoiar as medidas positivas do governo Lula &#8211; valorização do salário-mínimo, correção tabela IRPF, igualdade salarial para a trabalhadora, piso da enfermagem, retirada de estatais da lista de privatização-, mas isso não basta, pois o governo é de ampla coalizão, tem representantes dos patrões no seu interior que lutam por seus interesses, e a CUT deve, com toda a independência, agir para defender os interesses da nossa classe.</p>



<p>O que deveria começar por revogar a reforma trabalhista, cujos pontos que atacam os nossos direitos e conquistas foram remetidos para uma mesa tripartite (com os patrões e governos) da qual não se sabe o que vai sair (ver abaixo).</p>



<p><strong>A discussão preparatória ao 14º CONCUT</strong><br>Neste ano em que a CUT completa 40 anos, teremos o 14º congresso da central em outubro. A DN CUT adotou o coeficiente de 1 delegado para cada 1.500 sindicalizados, remetendo para a coordenação do congresso a adoção do Texto Base que será a referência para a discussão de propostas para o CONCUT, pois era impossível fazer uma verdadeira discussão do mesmo na curta reunião de 2 de maio.</p>



<p>Mas desde já podemos afirmar que o Texto Base não será consensual entre todas as forças que compõem a Direção Nacional da CUT, se a força majoritária, a ArtSind, insistir em manter a defesa do projeto de lei que tem no centro o chamado Conselho de Autorregulação das Relações de Trabalho (CART), envolvendo a negociação coletiva e a organização sindical.</p>



<p>Nós somos contrários a esse projeto pois ele condiciona a recuperação dos direitos e regras trabalhistas atacados pela reforma de Temer (2017) aos resultados de uma mesa de negociação com os patrões sobre “relações de trabalho”, prevendo-se uma “Câmara comum” para tanto. O CART se propõe a “desenvolver a organização sindical de cada parte” (patrões e empregados) e ao mesmo tempo promover a “gestão autônoma das relações de trabalho entre as partes interessadas”. Ora, relações de trabalho devem ser fixadas em lei, para serem respeitadas pelos patrões, e não submetidas a um fórum de negociação permanente entre as cúpulas das centrais e entidades empresariais, como propõe o projeto.</p>



<p>No caso da CUT, não é preciso nenhum CART para promover a fusão, agregação e fortalecimento dos ramos e entidades filiadas e nem devemos admitir que fatores externos à CUT – as outras centrais e entidades patronais – interfiram na forma como ela se organiza. Em nenhuma hipótese as relações de trabalho e os direitos sociais e trabalhistas devem ficar ao sabor de negociações na Câmara Comum com os patrões no CART. Esse incentivo à negociação permanente com os patrões arrisca transformar-se num incentivo ao “negociado prevalecer sobre o legislado”.</p>



<p>Esse “Projeto” de CART deve ser rejeitado. Ele mantém a situação híbrida e contraditória de unicidade nos sindicatos de base – o que não impede a sua fragmentação, como sabemos – e de pluralidade nas cúpulas (federações, confederações e centrais). Ele preserva os privilégios de dirigentes sem base e dificulta que a CUT possa crescer nas bases de outras centrais. A “direção” para o movimento sindical viria dos acertos entre as cúpulas que se revezariam na Câmara dos Trabalhadores do CART.</p>



<p>Tudo isso ao arrepio do que dizem os estatutos da CUT:</p>



<p>“a) defende que os/as trabalhadores/as se organizem com total independência frente ao Estado e autonomia em relação aos partidos políticos, e que devam decidir livremente suas formas de organização, filiação e sustentação material. Neste sentido, a CUT lutará pelos pressupostos consagrados nas convenções 87 e 151 da Organização Internacional do Trabalho &#8211; OIT, no sentido de assegurar a definitiva liberdade sindical para os/as trabalhadores/as brasileiros/as;</p>



<p>d) considera que a classe trabalhadora tem na unidade um dos pilares básicos que sustentarão suas lutas e suas conquistas. Defende que esta unidade seja fruto da vontade e da consciência política dos/as trabalhadores/as e combate qualquer forma de unicidade imposta por parte do Estado, do governo ou de agrupamento de caráter programático ou institucional;”</p>



<p>Esperando que haja uma verdadeira e ampla discussão democrática, como é da tradição da CUT, na preparação do nosso 14º CONCUT – o que inclui a publicação de textos curtos de Contribuição ao Debate das diversas forças que compõem a direção da central como anexo ao Texto Base que vier a ser adotado – a começar pelas assembléias que estão chamadas a eleger as delegações dos sindicatos filiados, passando pelos ramos e CUTs estaduais, chamamos todas e todos companheiras e companheiros cutistas a preservar a nossa central como principal instrumento de luta sindical da classe trabalhadora brasileira.</p>



<p><strong>Em defesa da CUT Independente e de Luta<br>Joãozinho, Marize Carvalho (Executiva nacional),<br>Renê Munaro(SC), Juliana Salles(SP),<br>Clea (MG) e Cleusa Cassiano (DF),<br>membros da Direção Nacional da CUT</strong></p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/prestando-contas-em-defesa-da-cut-independente-e-de-lutas/">Prestando contas &#8211; em defesa da CUT Independente e de Lutas</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
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