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	<title>Arquivo de França - O Trabalho</title>
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		<title>“Olimpíadas do genocídio”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 16:15:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Macron]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A delegação palestina nos Jogos Olímpicos foi ovacionada na cerimônia de abertura. O jornalista da France 2 comentou: “A presença deles é um milagre para a Autoridade Palestina. Sua presença já é um símbolo de resistência”. De acordo com dados do Comitê Olímpico Palestino, 400 atletas ou pessoas ligadas ao mundo do esporte foram feridos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A delegação palestina nos Jogos Olímpicos foi ovacionada na cerimônia de abertura. O jornalista da France 2 comentou: “A presença deles é um milagre para a Autoridade Palestina. Sua presença já é um símbolo de resistência”. De acordo com dados do Comitê Olímpico Palestino, 400 atletas ou pessoas ligadas ao mundo do esporte foram feridos ou mortos pelo exército israelense nos últimos nove meses.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="945" height="630" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Delegacao_Palestina-Olimpiadas-2024.jpg" alt="" class="wp-image-19762" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Delegacao_Palestina-Olimpiadas-2024.jpg 945w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Delegacao_Palestina-Olimpiadas-2024-300x200.jpg 300w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Delegacao_Palestina-Olimpiadas-2024-150x100.jpg 150w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Delegacao_Palestina-Olimpiadas-2024-768x512.jpg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Delegacao_Palestina-Olimpiadas-2024-630x420.jpg 630w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Delegacao_Palestina-Olimpiadas-2024-696x464.jpg 696w" sizes="(max-width: 945px) 100vw, 945px" /></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:21px">Processo judicial por denúncia de genocídio?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma investigação foi aberta pela promotoria pública de Paris depois que um grupo de torcedores segurou uma faixa “Olimpíadas do Genocídio” nas arquibancadas do estádio durante a partida de futebol entre Israel e Paraguai. A faixa foi imediatamente confiscada pelos administradores. A Franceinfo informa que a investigação está sendo aberta por “gesto antissemita” (qual deles?) e “incitação ao ódio racial”. Um jornalista da AFP que estava presente afirma que eles estenderam os punhos e cantaram “somos todos filhos de Gaza” ou “Israel está assassinando os filhos da Palestina”&#8230; Nem mais nem menos do que milhares de manifestantes cantam todos os sábados, protestando e exigindo o fim do genocídio em Gaza.&nbsp; O comitê dos Jogos Olímpicos também anunciou que apresentou uma queixa. O hino israelense também teria sido assobiado, assim como Emmanuel Macron havia feito durante seu discurso de abertura nos Jogos Olímpicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:21px">Bandeiras palestinas banidas!</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Várias pessoas expressaram seu descontentamento nas redes sociais por terem suas bandeiras palestinas confiscadas pela polícia durante os Jogos Olímpicos, principalmente durante a passagem da tocha olímpica. Um vídeo publicado pela <em>Urgence Palestine</em>, ainda disponível no X, filmado durante o revezamento da tocha olímpica em Vitry-sur-Seine, comprova suas alegações. Ele mostra um policial explicando a um homem que trazia uma bandeira palestina que “Você não tem o direito de exibir essa bandeira”. O homem ficou surpreso e respondeu “Mas há muitas bandeiras”, ao que o policial respondeu “Sim, mas não essa. Temos nossas ordens”.&nbsp; A Palestina está competindo nos Jogos Olímpicos, e os atletas da equipe olímpica palestina têm o direito (felizmente!) de agitar sua bandeira na cerimônia de abertura&#8230; mas os torcedores não têm esse direito?</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="592" height="544" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Faixa-genocidio-Olimpiadas-2024.jpg" alt="" class="wp-image-19763" style="aspect-ratio:16/9;object-fit:cover" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Faixa-genocidio-Olimpiadas-2024.jpg 592w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Faixa-genocidio-Olimpiadas-2024-300x276.jpg 300w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Faixa-genocidio-Olimpiadas-2024-150x138.jpg 150w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Faixa-genocidio-Olimpiadas-2024-457x420.jpg 457w" sizes="(max-width: 592px) 100vw, 592px" /></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:21px">Macron gostaria de uma trégua&#8230;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Continuar como antes, anunciar uma “trégua” política durante os Jogos Olímpicos. Isso é o que Macron e seu governo, derrotado nas últimas eleições legislativas, gostariam. Mas muitos alojamentos se recusam a ser extintos, a resistência se expressa por meio das reivindicações e de greves daqueles que são chamados a trabalhar cada vez mais durante os Jogos Olímpicos. Dançarinos, bombeiros, condutores de bondes, disseram não.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Macron, com o rosto contraído ao anunciar a abertura dos jogos sob as vaias do público, não pode encobrir a raiva, os assobios e a bandeira palestina agitada com orgulho pela delegação de esportistas palestinos aclamada na cerimônia de abertura. A bandeira palestina tremulou algumas horas depois que Emmanuel Macron recebeu, no palácio do Eliseu, o presidente israelense Isaac Herzog, investigado pelo Tribunal Internacional de Justiça por suas declarações que pedem a morte de civis, o mesmo que orgulhosamente assina o seu nome nas bombas que massacram os palestinos.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="622" height="322" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Macron-e-presidente-Israel.jpg" alt="" class="wp-image-19761" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Macron-e-presidente-Israel.jpg 622w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Macron-e-presidente-Israel-300x155.jpg 300w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/08/Macron-e-presidente-Israel-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 622px) 100vw, 622px" /><figcaption class="wp-element-caption">Em meio a genocídio do povo palestino em Gaza, Macron recebe, no Palácio de governo, o presidente israelense.</figcaption></figure>
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		<title>Comunicado do Partido Operário Independente sobre as eleições na França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2024 13:14:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fixo]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Macron]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paris, 1º de julho de 2024 Comunicado A decisão de dissolver a Assembleia Nacional e de organizar eleições legislativas antecipadas vai consagrar a etapa final do colapso do presidente Macron, a pedra angular das instituições da Quinta República. &#8220;Chamados a esclarecer suas escolhas e renovar sua confiança em Emmanuel Macron, quase oito em cada dez [&#8230;]</p>
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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="438" height="118" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/07/POI-2.jpg" alt="" class="wp-image-19569" style="width:278px;height:auto" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/07/POI-2.jpg 438w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/07/POI-2-300x81.jpg 300w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2024/07/POI-2-150x40.jpg 150w" sizes="(max-width: 438px) 100vw, 438px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Paris, 1º de julho de 2024</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong>Comunicado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão de dissolver a Assembleia Nacional e de organizar eleições legislativas antecipadas vai consagrar a etapa final do colapso do presidente Macron, a pedra angular das instituições da Quinta República. <em>&#8220;Chamados a esclarecer suas escolhas e renovar sua confiança em Emmanuel Macron, quase oito em cada dez franceses expressaram um franco e maciço Não. Um repúdio terrível, o fracasso é amargo&#8221;,</em> relata o editorial do jornal financeiro L&#8217;Opinion (1º de julho). No entanto, ele veiculou a campanha do bloco presidencial nas últimas semanas. O fracasso é tanto mais retumbante quanto a participação nestas eleições nunca foi tão elevada no último período (+19 pontos do que em 2022), o que aprofunda a dimensão do colapso de Macron.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o colapso de Macron?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Reforma da Previdência, queda vertiginosa dos salários devido à inflação, ofensiva sem precedentes para destruir serviços públicos (a começar por escolas e hospitais), o questionamento das liberdades democráticas, a lei de imigração, a política de guerra na Ucrânia e na Palestina&#8230; E uma quantidade de medidas reacionárias impostas durante sete anos por Macron a serviço do capital financeiro, que não angariaram qualquer apoio e só foram implementadas à custa de decisões autoritárias que o arsenal da Quinta República permite, tal como recorrer vinte e três vezes ao artigo 49.3 (mediante o qual o presidente se sobrepõe ao debate no parlamento, a menos que ele derrube o gabinete &#8211; NdT). Tudo o que inevitávelmente provocou o seu rechaço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Macron, ao fazer pleno uso do arsenal midiático, ao organizar campanhas odiosas de calúnia contra a França Insubmissa (LFI) e, em particular, Jean-Luc Mélenchon, ao aplicar pelo menos parte do programa do Reagrupamento Nacional (o RN de Le Pen), conseguiu fazer do RN o receptáculo de parte da revolta e da rejeição que se manifestam contra ele. A que preço? À custa de afundar o seu próprio campo, abrindo ao RN a possibilidade vir a assumir o lugar central de defensor das instituições da Quinta República em nome do capital financeiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mas há um mas&#8230;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para que esta nauseante operação política chegasse à sua conclusão, a LFI teria de ser erradicada, o que era inicialmente o objetivo não declarado da dissolução antecipada do parlamento. Também neste terreno, Macron sofreu uma amarga derrota. Em primeiro lugar, devido à formação da Nova Frente Popular (NFP) para a qual, desde o início, a LFI se encontrou no centro, com mais de 55.000 novas adesões desde as eleições europeias de 9 de junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos 32 deputados eleitos pela NFP agora no primeiro turno (por maioria absoluta na circunscrição eleitoral – NdT), 19 são LFI, cinco vezes mais do que no primeiro turno das legislativas em 2022. Além dessas reeleições, 111 candidatos da LFI estarão presentes em primeiro ou segundo lugar, agora no segundo turno. Os dados provenientes das circunscrições indicam que os candidatos da LFI alcançaram resultados muito importantes nos bairros operários. Este é o resultado da orientação de ruptura implementada, em particular, por ocasião da reforma da Previdência, durante as revoltas contra a violência policial e, ultimamente, para exigir um cessar-fogo imediato na Palestina. É a LFI quem tem a confiança dos milhões que decidiram aproveitar o voto para expressar sua rejeição às políticas de Macron, sua rejeição ao sistema, seu desejo de que &#8220;saiam todos!&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro e segundo turnos, o POI, obviamente, não está pedindo voto para candidatos de toda a direita: os de Macron-Attal (seu primeiro-ministro), Horizon de Edouard Philippe, Ensemble (Juntos, de Macron), LR (Republicanos), etc.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O POI endossa a posição da França Insubmissa, particularmente adaptada ao contexto da luta eleitoral, formulada por Jean-Luc Mélenchon na noite da apuração: &#8220;<em>Nossa instrução é simples, direta e clara: nem um voto, nem mais uma cadeira para o RN!&#8221;, &#8220;caso o RN saia na frente (na circunscrição) e nós fiquemos apenas em terceiro lugar, vamos retirar a nossa candidatura&#8221;</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O POI está convencido de que a posição assumida por Olivier Faure (secretário do PS) de pedir o voto em Elisabeth Borne (primeira ministra até há pouco), como indicou nas primeiras horas após a apuração, é susceptível de semear problemas e confusão. Depois dos resultados dos chamados ao voto em Chirac (voto na direita contra a extrema-direita &#8211; NdT), e depois em Macron para supostamente barrar a ascensão do RN, com as consequências verificáveis por todos, repetí-lo é a prova de uma incrível cegueira, para dizer o mínimo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O POI está surpreso com a rapidez com que os macronistas pediram o voto em François Ruffin (ex-deputado LFI em choque com a LFI – NdT). Para este último, é mais sensato refletir e questionar o fracasso frente ao RN em seu próprio feudo, em vez de continuar nos conchavos usuais da Quinta República.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enfim, o POI entende a ferocidade com que todas as vozes da direita se apressam a buscar acordos para seus fins, com o que chamam de &#8220;forças democráticas&#8221; ou &#8220;republicanas&#8221;, ao lado da Nova Frente Popular, mas com exclusão da LFI em razão de que Jean-Luc Mélenchon, vistos os resultados já alcançados pela LFI, segue sendo insultado, difamado e atacado incansavelmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O POI também entende a tentativa desesperada do presidente Macron de estudar caso a caso possíveis acordos com aqueles candidatos do NFP que lhe pareçam compatíveis. Para se salvar de uma goleada e torcer pelas tramóias do segundo turno.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Em 7 de julho, com a LFI, vote na Nova Frente Popular</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nada é mais urgente hoje do que respaldar essa força, do que fortalecer a LFI, lutando para eleger o máximo de deputados da LFI em 7 de julho. Seja como for, e seja qual for a maioria que saia das urnas, quaisquer que sejam as manobras e artimanhas postas em prática, não demorará muito para que as medidas anti-trabalhadores coloquem as massas contra quem as tomar, contra o RN ou qualquer outro (o mandato presidencial de Macron iria até 2027 independente da nova maioria parlamentar – NdT). <a></a>No que nos diz respeito, com a LFI, apoiamos todos os processos de rejeição dessas medidas, e todas as demandas essenciais que as massas buscarão impor, que são e serão a marca da situação.</p>
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