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	<title>Arquivo de punição - O Trabalho</title>
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		<title>Justiça para Olavo Hanssen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2013 18:40:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[punição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ato Público &#8211; 25/5, 15h30 &#8211; Sociedade Amigos de Vila Maria Zélia Aos Sindicatos e organizações de trabalhadores Às organizações populares, culturais e de juventude Às personalidades democráticas Aos trabalhadores e aos jovens   Convidamos a todos para o Ato Público em homenagem ao militante operário Olavo Hanssen que será realizado no sábado, 25 de maio, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><a style="font-size: 1.17em;" href="http://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2013/05/olavo_hansen2.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-834 aligncenter" alt="olavo_hansen2" src="http://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2013/05/olavo_hansen2.jpg" width="590" height="414" /></a></h1>
<h3>Ato Público &#8211; 25/5, 15h30 &#8211; Sociedade Amigos de Vila Maria Zélia</h3>
<p><em>Aos Sindicatos e organizações de trabalhadores<br />
Às organizações populares, culturais e de juventude<br />
Às personalidades democráticas<br />
Aos trabalhadores e aos jovens  </em></p>
<p>Convidamos a todos para o Ato Público em homenagem ao militante operário Olavo Hanssen que será realizado no sábado, 25 de maio, a partir das 15h30 no salão da Sociedade Amigos de Vila Maria Zélia.</p>
<p>Estaremos neste dia, familiares, antigos companheiros e organizações populares e dos trabalhadores, relembrando a trajetória de Olavo Hanssen em sua luta em defesa dos trabalhadores e os trágicos acontecimentos que levaram ao seu assassinato pelos agentes dos órgãos de repressão do Estado brasileiro durante a ditadura civil-militar.</p>
<p>Olavo Hanssen começou sua militância na juventude, sendo membro da União Nacional dos Estudantes na década de 1960, onde impulsionou suas principais campanhas. Morador de Mauá, foi estudante do colégio Américo Brasiliense em Santo André. Ainda estudante, ingressou no Partido Operário Revolucionário – Trotskista, POR(t) em 1961.</p>
<p>Começou a trabalhar aos 14 anos como office-boy. Foi metalúrgico ativista na Oposição Sindical Metalúrgica de São Paulo – OSM-SP. Após três prisões e muito vigiado foi trabalhar nas indústrias químicas de Santo André. Entrou no curso de Engenharia de Minas na Escola Politécnica da USP em 1960 e abandonou o curso para trabalhar e militar com os metalúrgicos de São Paulo.  Vamos nos reunir no mesmo local onde, no 1º de Maio de 1970, numa manifestação pacífica organizada por 13 sindicatos, foram presos 17 militantes, entre eles Olavo Hanssen.</p>
<p>Na prisão Olavo foi submetido a sucessivas sessões de tortura. A polícia política da ditadura, dias após seu assassinato, ainda tentou forjar um suicídio. Vamos, na presença dos trabalhadores, da juventude e da comunidade local, relembrar todos os acontecimentos. Não esquecemos dos nossos companheiros de luta. Vamos ouvir seus antigos companheiros de militância.  Buscaremos, juntos, identificar os responsáveis diretos e os mandantes desse crime! Apoiamos os trabalhos da Comissão da Verdade “Rubens Paiva” da Assembleia Legislativa de São Paulo pela apuração completa dos crimes da ditadura civil-militar!.</p>
<p>Participe. Esteja junto conosco nessa homenagem ao militante operário Olavo Hanssen.</p>
<p>Não há verdade sem justiça. Não há justiça sem punição!</p>
<p>Pela punição de todos os crimes da ditadura civil-militar!</p>
<p>Punição aos responsáveis pela tortura e morte de Olavo Hanssen!</p>
<p>Contamos com seu apoio e sua presença.</p>
<p><strong>Agenda</strong><br />
Dia 25 de maio de 2013 (sábado)<br />
A partir das 15h30<br />
Local: Salão da Sociedade Amigos de Vila Maria Zélia</p>
<p><strong>Programação </strong><br />
15h30 Concentração no local<br />
16h Apresentação<br />
16h20  Abertura do Ato Público com apresentação do vídeo de testemunho de Olavo Hanssen<br />
18h Encerramento do Ato Público com apresentação do Grupo Cultural Luther King<br />
18h20 Confraternização.</p>
<p><strong>Local:</strong> Salão da Sociedade Amigos de Vila Maria Zélia</p>
<p><strong>Mapa:</strong> <a href="http://goo.gl/maps/exuOI" target="_blank" rel="nofollow nofollow">http://goo.gl/maps/exuOI</a></p>
<p><strong>Como chegar:</strong></p>
<p><strong>Metrô:</strong> Na estação Belém pegar lotação ou ônibus que vão pela Rua Catumbi.<br />
Descer na Rua Cachoeira. Caminhar até o portão principal da Vila. É perto.</p>
<p><strong>Ônibus:</strong> Todos que passem pela Av. Celso Garcia. Descer na esquina da Rua Catumbi.</p>
<p><strong>Carro:</strong> Estacionar na Rua José Pinheiro de Bezerra que fica nos fundos da Vila Mª<br />
Zélia. Entrar a pé pelo portão próximo.</p>
<p><strong>Como referência:</strong> Perto das sedes do “União dos Operários Futebol Clube” e “Camisa 12”. A Rua José Pinheiro de Bezerra é uma saída À DIREITA na Rua Juvenal Gomes Coimbra que é a alça de acesso a Marginal Tietê em direção à Guarulhos.</p>
<p><strong>Iniciativa </strong></p>
<p>Oposição Metalúrgica (Projeto Memória)<br />
Corrente O Trabalho do PT – Seção Brasileira da IV Internacional<br />
Deputado Adriano Diogo – PT<br />
Juventude Revolução<br />
Teatro Studio Heleny Guariba</p>
<p><strong>Militantes camaradas de Olavo Hanssen no PORT(t) </strong><br />
Adolfo Gilly<br />
Dulce Muniz<br />
Franco Farinazzo<br />
Murilo Leal Tullo Vigevani</p>
<p><strong>Apoio </strong><br />
Acimar – Associação de Civis, Militares Aposentados e da Reserva<br />
Condepe – Conselho Estadual de Defesa da Pessoa Humana<br />
Diretório Zonal do PT de Vila Maria<br />
Núcleo de Preservação da Memória Política<br />
Central Única dos Trabalhadores/SP<br />
Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo</p>
<p><strong>Adesão aberta às organizações e movimentos. </strong><br />
Os interessados devem entrar em contato com a Comissão da Verdade Rubens Paiva:<a href="mailto:contato@comissaodaverdadesp.org.br" target="_blank">contato@comissaodaverdadesp.<wbr />org.br</a></p>
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		<title>Punição é questão de justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 00:39:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[JR]]></category>
		<category><![CDATA[punição]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia 15, na Catedral da Sé em São Paulo, foi realizada uma missa que lembrou o assassinato, pela ditadura militar, do estudante de geologia da USP Alexandre Vannuchi Leme, em 1973. Há 40 anos, a missa de sétimo dia da morte de Alexandre se transformou em uma manifestação contra o regime militar. Apesar das barreiras colocadas pela repressão por toda a cidade para impedir que as pessoas chegassem à Sé, mais de três mil pessoas estiveram presentes.</p>
<p>Na missa do último dia 15, os militantes da Juventude Revolução (JR), com faixa e cartazes (foto), levantaram a exigência de punição aos criminosos do regime militar. É com essa exigência que a JR prepara a Jornada de lutas da Juventude Brasileira, chamada por diversas organizações de jovens. Nessa jornada, a JR levantará também a exigência da desmilitarização da Polícia Militar e o fim do genocídio da juventude (ver matéria abaixo). A Jornada de lutas vai ser aberta com o ato previsto para o dia 26 de abril, em São Paulo.</p>
<p><strong>Atividades em vários estados</strong></p>
<p>A Juventude Revolução está engajada também na convocação dos atos da Jornada de Lutas que estão sendo organizados em outros Estados do país, no final de março e início de abril.</p>
<p>Em Brasília, os núcleos da Juventude Revolução estão participando das reuniões de preparação da mobilização. Em passagens nas salas de aula, principalmente das escolas secundaristas, e com colagem de cartazes pela cidade, chamam os estudantes a se mobilizar no ato em 3 de abril, no qual a JR pretende pôr em movimento centenas de jovens sob a bandeira da exigência de punição aos criminosos da ditadura.</p>
<p>Em Fortaleza (CE), junto com o Comitê estadual da verdade, os militantes da JR preparam debates nas escolas e convocam para os atos previstos no dia 27/03 e no dia 01/04, este último organizado pelo Comitê.</p>
<p>Em Porto Alegre (RS), a JR está ajudando na organização de um ato no dia 31 de março. A intenção é se opor aos militares que ousaram convocar uma atividade para comemorar o golpe de 1964 que impôs a ditadura militar, cujos crimes eles não querem que sejam investigados.</p>
<p><strong>“Os crimes não tem perdão, exigimos punição!”</strong></p>
<p>Essa foi a palavra de ordem entoada pelos militantes da JR em São Paulo, ao final da homenagem a Alexandre Vannuchi Leme. Ela certamente será repetida nas várias manifestações da Jornada de Lutas. Punir os crimes da ditadura não é uma questão de “revanchismo”, mas uma questão de justiça. Os agentes da ditadura, militares e civis, não podem continuar impunes. Eles continuam aí, como se nada tivesse acontecido, trabalhando nas estruturas do Estado ou a serviço da burguesia.</p>
<p>A instituições da ditadura também continuam aí, como a Polícia Militar, criada pelo decreto de 1969 e que segue assassinando impunemente jovens nas periferias e reprimindo trabalhadores e estudantes.</p>
<p>Luã Cupolillo</p>
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