Lili, com Lula nas ruas, para mudar o Brasil!

Lili em campanha. Foto de Marco Antônio Ferreira.

Lili é candidata à deputada federal em SP. É dirigente do PT e militante desde 1982. Participou das lutas e da construção do partido nos últimos 40 anos. Faz parte da coordenação municipal do Diálogo e Ação Petista da capital paulista e do grupo de base do DAP Brasilândia, bairro da zona norte onde mora.

A candidatura de Lili se coloca como ponto de apoio na luta pelos direitos do povo e, hoje, pelo respeito ao voto popular ameaçado por Bolsonaro e seus generais. Com a campanha eixada nas medidas de emergência, como aumento de salários, tabelamento de preços, moradia popular e revogação das contrarreformas de Temer e Bolsonaro, a campanha escolheu como slogan “com Lula nas ruas para mudar o Brasil”. Nas ruas, para enfrentar as ameaças golpistas e eleger Lula, garantir sua posse e abrir um processo de convocação de uma Constituinte Soberana que, dando voz ao povo, será a força necessária para “reconstruir e transformar o Brasil”.

“O que é público tem que voltar a ser público”
Outra tarefa de um futuro governo Lula, afirma Lili, é reestatizar o que foi privatizado, como a Vale e a Eletrobrás, e recuperar o monopólio da Petrobrás. No estado de São Paulo não é diferente: a saúde foi entregue para as Organizações Sociais (OS’s), que são empresas privadas que lucram com o orçamento público e precarizam o atendimento. Uma infinidade de empresas foi privatizada, a Sabesp, hoje uma empresa estatal de capital aberto, onde os acionistas recebem seus gordos dividendos e falta água em milhões de torneiras, está sob ameaça de privatização total. Fernando Haddad, corretamente, anunciou que vai rever a lei que aumentou a contribuição previdenciária estadual dos servidores para até 16%: esse confisco de salários tem que ser revogado. Lili está na luta para eleger Fernando Haddad governador para o que é público voltar a ser público e os servidores voltarem a ser valorizados.

Não à privatização do Porto de Santos!
Querem transformar o maior porto do hemisfério sul em posto de passagem do caro gás dos EUA e de lixo dos países ricos, visando o lucro dos empresários privados e desempregando o povo. Haddad declarou em agosto, após a entrega de um manifesto assinado por diversas entidades sindicais e populares, que contou com apoio do DAP: “Sou contra privatizar (…). Isso faria com que a vocação produtiva do estado dependesse apenas do que o setor privado quer, podendo prejudicar setores econômicos inteiros em virtude do lucro de uma única empresa”. A candidatura de Lili também está na luta contra mais esse ataque aos empregos e à soberania.

Tiago Maciel

Artigo anteriorNo Ceará, Lêda pelos direitos da gente!
Próximo artigoPisão em pescoço “necessário”?!