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	<title>Arquivo de Publicações - O Trabalho</title>
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		<title>Espanha, 19 de julho de 1936: a resposta popular ao golpe de Estado dos militares fascistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:28:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Revista A Verdade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abaixo trechos do artigo sobre os 90 anos do início da Guerra Civil Espanhola, de Manuel Cusó e Josep Pozo. A íntegra está na revista A Verdade 118, que pode ser adquirida conforme instruções no anúncio (card) abaixo. “Dentre aqueles que se reconhecem politicamente nas organizações que se opuseram à revolução social em nome da [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Abaixo trechos do artigo sobre os 90 anos do início da Guerra Civil Espanhola, de <strong>Manuel Cusó e Josep Pozo</strong>. A íntegra está na revista A Verdade 118, que pode ser adquirida conforme instruções no anúncio (card) abaixo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="724" height="1024" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2026/07/av-724x1024.jpg" alt="" class="wp-image-22335" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2026/07/av-724x1024.jpg 724w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2026/07/av-212x300.jpg 212w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2026/07/av-106x150.jpg 106w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2026/07/av-768x1086.jpg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2026/07/av-297x420.jpg 297w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2026/07/av-696x984.jpg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2026/07/av.jpg 794w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Dentre aqueles que se reconhecem politicamente nas organizações que se opuseram à revolução social em nome da República burguesa, uma das explicações mais comuns atribui quase que exclusivamente o sucesso de Franco à ajuda dada tanto pela Alemanha nazista quanto pela Itália fascista. Estes são, certamente, fatos incontestáveis. Sabe-se como os aviões alemães e italianos transportaram o exército da África, a partir do Marrocos, até o sul da Espanha para ajudar o golpe de Estado contra a República a vencer em certas zonas e a se consolidar em outras. […] Alguns acrescentam também, vantagem que representou para os militares rebeldes o fato de que as “democracias” da época – ou seja, o governo conservador britânico e o governo da Frente Popular na França – tenham decidido, cada qual por suas próprias razões, a estabelecer uma igualdade entre o governo legítimo da República e os militares que se levantaram contra ele. […]</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-adc45c34d4a54d59fe181ee0eb946b0d" style="font-size:21px"><strong>A URSS seria uma exceção?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Aqueles que atribuem a um ou a outro destes fatores a causa principal da derrota do proletariado espanhol colocam, geralmente, a ênfase sobre “a exceção” russa, exaltando a ajuda fornecida por este país e omitindo de especificar que ela foi entregue a conta-gotas, visando sobretudo impedir a revolução social de triunfar na Espanha. Da mesma forma, passa-se em silêncio – quando não se oculta categoricamente – a “reticência” inicial da União Soviética durante os dois primeiros meses decisivos do conflito, nos quais a resposta popular à insurreição militar fez com que ela fracassasse em dois terços do país, bem como nas principais cidades (Madri, Barcelona, Valência e Bilbao). Foram dois meses durante os quais, como se pôde constatar posteriormente, os rebeldes se recuperaram de seu fracasso inicial e se reorganizaram. […] Seja como for, um fato é certo: as “democracias”, com a colaboração inestimável de Stálin, encarregaram&#8211;se de violar o direito internacional ao patrocinar o acordo de não-intervenção que subscreveram – exemplo inigualável do cinismo que reinava e ainda reina nas relações e nos tratados internacionais –, obrigando a República a ter de recorrer ao mercado clandestino no para obter armas, geralmente duas vezes mais caras e em péssimo estado. Enquanto isso, a Alemanha e a Itália forneciam, sem nenhum entrave, ajuda militar a Franco. […]</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-a6e7fd7d39aaf7364c30f488820b9f6a" style="font-size:21px"><strong>O acordo de não intervenção: antes o fascismo do que a revolução social</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No verão de 1936, a insurreição militar contra a República – à qual o próprio governo espanhol não soube nem quis cortar as asas, chegando inclusive a se recusar, num primeiro momento, a fornecer armas às milícias operárias que as solicitavam, enquanto buscava um acordo com os golpistas – provocou uma resposta popular que acabou por desaguar em uma revolução social. Para os operários e camponeses que foram às ruas, não havia outro meio de deter o fascismo do que atacar de frente a sua base social e econômica. Assim, em todo o território no qual o golpe de estado fracassou, o movimento defensivo transformou-se rapidamente em um poderoso movimento ofensivo, que se dirigiu não somente contra os militares insurgentes e contra os inimigos políticos da República, mas também contra os inimigos de classe. Inscrita em um mesmo movimento, a resposta aos militares insurgentes se combinou com a ocupação de fábricas e de terras, e não parou no terreno da defesa estrita da legalidade republicana atacada, mas foi além. Foram criados órgãos de poder revolucionário que, em escala local, assumiram o controle da situação. […] Paralelamente à tomada do poder político, houve também uma ofensiva generalizada contra a propriedade privada sob suas múltiplas formas: a apreensão, a intervenção ou a coletivização das indústrias e dos serviços, e a instauração do controle operário como regra geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revolução social foi um fato que os aparelhos do Komintern e da social-democracia não apenas tentaram ocultar desde aquela época, mas que também combateram. Assim, a revolução operária foi inicialmente apresentada aos olhos do movimento operário internacional como uma tentativa do proletariado espanhol de defender a causa da democracia burguesa contra o fascismo. […] o imperialismo, tanto inglês quanto estadunidense, não tinha qualquer interesse em combater o fascismo – no plano diplomático, permaneceu orientado na prática pela política dita do “appeasement” <em>(do “apaziguamento” em relação a Hitler, NdT) </em>até 1939 e a invasão nazista da Polônia – de forma muito semelhante à burguesia francesa, à qual havia se subordinado o governo da Frente Popular presidido por Léon Blum. Por sua vez, Stálin participava do mesmo dispositivo de “segurança” sustentado pela Grã-Bretanha e pela França, desde o pacto de não-intervenção até a Sociedade das Nações. Subordinado como estava ao imperialismo em razão da política do “socialismo num só país”, que visava consolidar o poder da burocracia – mesmo ao preço de sacrificar a causa do proletariado mundial. Stálin não queria a revolução em nenhum país do mundo. […]</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-8826f735124dcd069cf8fbc913d552cb" style="font-size:21px"><strong>O movimento operário internacional e a causa da Revolução Espanhola</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não é de se estranhar, portanto, que o Komintern tenha permanecido em silêncio durante as primeiras semanas, enquanto, paralelamente, os diferentes partidos comunistas recebiam instruções para liderar iniciativas em favor da República burguesa ameaçada por Franco. […] Uma contradição evidente com a política conduzida por Stálin, mas que era certamente inevitável: entre os trabalhadores russos, 12 milhões de rublos foram rapidamente arrecadados em uma coleta organizada pelos sindicatos. Inúmeros comícios de apoio e coletas foram organizados na Inglaterra, na França e nos Estados Unidos, contrastando com a cumplicidade dos signatários do acordo de não-intervenção. Centenas de militantes operários vindos da França, da Grã-Bretanha, dos Estados Unidos, da Bélgica, da Irlanda, do Canadá e de numerosos outros países foram em socorro de seus irmãos na Espanha, muito antes da chegada das Brigadas Internacionais. Era igualmente evidente que a imensa simpatia que a luta contra o fascismo na Espanha despertava entre</p>



<p class="wp-block-paragraph">os trabalhadores do mundo inteiro impunha certos gestos. E esses gestos entravam em contradição com a política de não-intervenção. Por exemplo, em 30 de julho de 1936, apenas cinco dias após o governo francês ter tornado público o seu compromisso de não enviar ajuda militar à República, uma multidão imensa reunida na sala Wagram, em Paris – por iniciativa, entre outros, do PCF (Partido Comunista Francês) – interrompia sem cessar o discurso do último orador, que não era ninguém menos do que Léon Blum, entoando em coro o slogan: <em>“Aviões para a Espanha! Canhões para a Espanha!”</em>. No entanto, quando, em outubro de 1936, a burocracia do Kremlin se viu forçada a fornecer ajuda militar à República, diante do escândalo que representava a ajuda descarada da Alemanha e da Itália e diante da impossibilidade de o “país do socialismo” continuar a desviar o olhar, os partidos comunistas – e, por lógica evidente, em particular o Partido Comunista Espanhol (PCE) – engajaram-se inteiramente em combater a maneira como os trabalhadores espanhóis lutavam contra o fascismo: a ajuda militar russa iria contribuir para isso, e ela foi usada para forçar todas as organizações a aceitarem a defesa incondicional da República burguesa contra qualquer tentativa de revolução social. […]</p>



<p class="wp-block-paragraph">A palavra de ordem “Primeiro a guerra e depois a revolução”, defendida pelo stalinismo na Espanha com o apoio dos socialistas de direita e do anarquismo governamental, bem como de todas as facções do republicanismo burguês, serviu para desviar a atenção e, sobretudo, para mascarar o papel de Stálin. […] A única chance de vitória residia na vitória da revolução social. Mas a revolução social havia sido sacrificada para não assustar as “democracias” e não contrariar Moscou.”</p>
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		<title>Meio século de luta pela 4ª Internacional no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 18:57:08 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-post-featured-image"><img decoding="async" width="750" height="500" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/10/capa-livro-fulvio-site.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" style="object-fit:cover;" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/10/capa-livro-fulvio-site.png 750w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/10/capa-livro-fulvio-site-300x200.png 300w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/10/capa-livro-fulvio-site-150x100.png 150w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/10/capa-livro-fulvio-site-630x420.png 630w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/10/capa-livro-fulvio-site-696x464.png 696w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>


<p class="wp-block-paragraph">Já está disponível uma obra indispensável para compreender a história da luta pela 4ª Internacional no Brasil. Publicada pela Editora Nova Palavra, o livro traz, pela primeira vez em português, a entrevista concedida por Fulvio Abramo em 1979 aos pesquisadores Pierre Broué e Victor Leonardi, para a revista francesa Cahiers Léon Trotsky, resgatando a trajetória de uma das lideranças constitutivas do trotskismo brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fulvio Abramo não foi apenas um militante, foi um protagonista de momentos decisivos. Da fundação da Liga Comunista Internacionalista (LCI) à luta antifascista na Praça da Sé em 1934, da mobilização revolucionária dos mineiros bolivianos à participação na criação do PT e da CUT. Sua narrativa, aguda e crítica, percorre meio século de lutas, exílios, prisões e resistência, oferecendo aos leitores um olhar vivo sobre os conflitos da luta de classe e as batalhas internas da luta política da classe trabalhadora no Brasil que marcaram o século XX.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da entrevista, a edição inclui um prefácio elucidativo de Tiago Maciel e textos importantes de Abramo, como “Oposição de Esquerda no Brasil” e “1917-1987 – Socialismo em Debate”. A edição também conta com um grande caderno de fotos, que transforma o livro em um registro histórico ainda mais vivo deste camarada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o fim de sua vida, Fulvio Abramo permaneceu um militante trotsquista. Na ocasião de sua eleição para a Direção Nacional da Corrente O Trabalho do PT, seção brasileira da 4ª Internacional, em seu 8º Congresso, realizado em 1984, pronunciou um discurso, no qual salientou: “Camaradas, eu retomo uma ação concreta com vocês, meus irmãos de longa data, uma atividade iniciada desde o começo do combate pela 4ª Internacional. Ao manter esta atividade dentro do PT, vocês assumem o papel de vanguarda que, desde Marx, consiste em ajudar as massas a avançarem.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta publicação é leitura obrigatória para militantes, historiadores e todos os que se interessam pela memória política e pela luta pela revolução no Brasil e no mundo.</p>
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		<title>Há 47 anos O Trabalho mantém seu compromisso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 22:46:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>1º de maio de 1978:&#160; a edição zero do jornal O Trabalho, editado pela Organização Socialista Internacionalista (OSI), hoje Corrente O Trabalho do PT, seção brasileira da 4ª Internacional, foi apresentada ao movimento operário brasileiro. Aos trabalhadores, os principais protagonistas e leitores do jornal. 47 anos depois, o compromisso, alicerçado na nossa independência financeira, nos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">1º de maio de 1978:&nbsp; a edição zero do jornal O Trabalho, editado pela Organização Socialista Internacionalista (OSI), hoje Corrente O Trabalho do PT, seção brasileira da 4ª Internacional, foi apresentada ao movimento operário brasileiro. Aos trabalhadores, os principais protagonistas e leitores do jornal.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="685" height="1024" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-685x1024.jpg" alt="" class="wp-image-20521" style="width:387px;height:auto" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-685x1024.jpg 685w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-201x300.jpg 201w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-100x150.jpg 100w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-768x1148.jpg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-1028x1536.jpg 1028w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-281x420.jpg 281w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1-696x1040.jpg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa_n000-01-05-1978-1068x1596-1.jpg 1068w" sizes="(max-width: 685px) 100vw, 685px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">47 anos depois, o compromisso, alicerçado na nossa independência financeira, nos leva a renovar o apelo que fizemos em 1978, no bônus para viabilizar um jornal “independente dos patrões e dos governos”. Renovamos este apelo hoje a todos os nossos leitores: ajudem-nos a manter um jornal independente, contribuindo com a aquisição de uma assinatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As dificuldades do movimento operário hoje no Brasil e no mundo atingem também a imprensa operária, da qual, com orgulho, somos no nosso país a mais longeva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes 47 anos, em periodicidade e formas diferentes não deixamos de editar nossa imprensa, acompanhado e participando da luta da classe trabalhadora. Passou a ser prática corrente no movimento dos trabalhadores e em suas organizações, a distribuição de material grátis, como se “dinheiro caísse do céu”. Sabemos que não cai e sabemos que quem financia “manda na banda”.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-635e4f8218bf49d33750ce284c3b315f" style="font-size:21px"><strong>Jornal retrata a luta dos trabalhadores nestes 47 anos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nestas mais de 4 décadas, O Trabalho retratou e impulsionou a luta da nossa classe no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em períodos difíceis da ditatura, não vacilamos em destacar em nossas páginas a luta pela libertação dos presos políticos, como os de Itamaracá, dos sindicalistas do ABC, Lula, Djalma Bom e outros, na repressão à greve. Pela anistia geral e irrestrita aos que combateram a ditadura e na denúncia dos ditadores. Foi uma edição com a foto destes criminosos, que levou a polícia a invadir nossa redação na Rua Tupinambás, em São Paulo. Não nos intimidamos, com os golpistas de ontem e de hoje.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="449" height="593" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Capa-jornal-77.jpg" alt="" class="wp-image-20522" style="width:387px" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Capa-jornal-77.jpg 449w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Capa-jornal-77-227x300.jpg 227w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Capa-jornal-77-114x150.jpg 114w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Capa-jornal-77-318x420.jpg 318w" sizes="(max-width: 449px) 100vw, 449px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Seguimos nosso combate lado a lado da classe trabalhadora na luta pelas suas reivindicações e pelo fim da ditadura militar. Abaixo a ditadura! Estampávamos nas nossas edições.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="783" height="1024" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-783x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-20523" style="width:387px" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-783x1024.jpeg 783w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-229x300.jpeg 229w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-115x150.jpeg 115w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-768x1005.jpeg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-1174x1536.jpeg 1174w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-321x420.jpeg 321w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-696x911.jpeg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02-1068x1397.jpeg 1068w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/n075-1980-09-02.jpeg 1271w" sizes="(max-width: 783px) 100vw, 783px" /></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-9523bfbb2f04ee1703b857a4ea83dbd1" style="font-size:21px"><strong>Da luta contra a ditadura à luta pelas organizações da classe</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento dos trabalhadores da cidade e do campo, impôs a derrota da ditadura. E neste movimento, dando um passo extraordinário em sua organização independente os trabalhadores fundaram o PT em 1980. Lá estávamos e reportamos esta luta por um PT sem patrões. Na fundação da CUT em 1983, lá estávamos contra a política, capitaneada pelo PCB que era contrário à fundação de uma central sindical independente.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="774" height="1024" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-774x1024.jpg" alt="" class="wp-image-20524" style="width:387px" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-774x1024.jpg 774w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-227x300.jpg 227w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-113x150.jpg 113w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-768x1016.jpg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-1161x1536.jpg 1161w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-1548x2048.jpg 1548w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-317x420.jpg 317w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-696x921.jpg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-1068x1413.jpg 1068w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1-1920x2540.jpg 1920w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-214-scaled-1.jpg 1935w" sizes="(max-width: 774px) 100vw, 774px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Lá estamos e aqui continuamos na defesa da luta e das organizações dos trabalhadores. Combatemos, até contra setores do nosso partido, a ofensiva contra o PT no mensalão e na Lava Jato, defendendo os dirigentes petistas que foram vítimas desta operação orquestrada pela burguesia no país e pelos EUA.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-20525" style="width:387px" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-768x1024.jpg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-225x300.jpg 225w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-112x150.jpg 112w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-1152x1536.jpg 1152w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-1536x2048.jpg 1536w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-315x420.jpg 315w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-696x928.jpg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001-1068x1424.jpg 1068w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/001.jpg 1772w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-5090c8f1a0c2d8a2a0fb094edb47e8a0" style="font-size:21px"><strong>47 anos depois, é a mesma luta que continua</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não é possível relatar todos os momentos nos quais nosso jornal reportou e impulsionou a luta de nossa classe. Esta breve retomada é para buscar o apoio de nossos leitores que nos manteve até aqui, para os desafios que enfrentamos na sustentação de nosso jornal que queremos manter impresso. Não é volta ao passado é o resgate do passado para iluminar nosso futuro. O que hoje expressa-se na necessidade de que o governo Lula mude de rumo. Vire à esquerda e não ouça o canto de sereia da Faria Lima.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="755" height="1024" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-755x1024.jpg" alt="" class="wp-image-20526" style="width:387px" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-755x1024.jpg 755w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-221x300.jpg 221w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-111x150.jpg 111w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-768x1042.jpg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-1132x1536.jpg 1132w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-1509x2048.jpg 1509w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-309x420.jpg 309w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-696x945.jpg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-1068x1449.jpg 1068w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-1920x2606.jpg 1920w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/capa-944-scaled.jpg 1886w" sizes="(max-width: 755px) 100vw, 755px" /></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-be4ffa09b95d0fd359f819a4b084c7c0" style="font-size:21px"><strong>A classe operária é internacional</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes 47 anos reportamos e impulsionamos a luta dos povos contra o imperialismo. Hoje uma luta concentra tudo: a do povo palestino pelo direito à vida, contra o genocídio de Israel. Sempre na defesa do povo palestino, nossas edições, desde o massacre de Sabra e Chatila (1982) e depois em 1987 da primeira Intifada nunca tivemos dúvida de que lado estamos: por um único Estado laico e democrático, do Rio ao Mar!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="755" height="1024" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-755x1024.jpg" alt="" class="wp-image-20527" style="width:387px" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-755x1024.jpg 755w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-221x300.jpg 221w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-111x150.jpg 111w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-768x1042.jpg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-1132x1536.jpg 1132w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-1509x2048.jpg 1509w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-309x420.jpg 309w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-696x945.jpg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-1068x1449.jpg 1068w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-1920x2606.jpg 1920w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2025/05/CAPA-939-scaled.jpg 1886w" sizes="(max-width: 755px) 100vw, 755px" /></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading has-vivid-red-color has-text-color has-link-color wp-elements-93d6a09d1d0d604e7415fb44ed5f57b0" style="font-size:21px"><strong>Campanha de assinaturas para manter nossa independência financeira</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com o domínio do mundo digital, manter a edição imprensa não é uma teimosia, é uma concepção. Com papel impresso na mão, a discussão e reflexão entre trabalhadores, permite avançar na luta para organizar da nossa classe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha vai até o dia 30 de maio. Os custos de gráfica e dos correios, são altos. Mas é isso, impressão e envio aos estados o que permite apresentara edição nos locais de trabalho, escolas e movimentos. Leitura e discussão coletiva e não o recolhimento individual no mundo digital!</p>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-fe48e5de wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button has-custom-font-size is-style-shadow" style="font-size:18px"><a class="wp-block-button__link has-vivid-red-background-color has-background wp-element-button" href="https://otrabalho.org.br/assinatura-mensal-solidaria/" style="border-radius:7px">ASSINE AGOR O JORNAL O TRABALHO</a></div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Misa Boito, pelo Comitê de Redação de OT</strong></p>
<p>O post <a href="https://otrabalho.org.br/ha-47-anos-o-trabalho-mantem-seu-compromisso/">Há 47 anos O Trabalho mantém seu compromisso</a> apareceu primeiro em <a href="https://otrabalho.org.br">O Trabalho</a>.</p>
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		<title>China, um relato comentado de viagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 18:59:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na sala da Biblioteca da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), no dia 13 de novembro, com patrocínio da Cátedra Celso Furtado, foi feito o lançamento do livro “Viagem a China, um relato comentado”, pela Nova Palavra Editora. O livro, publicado pela editora Nova Palavra é de autoria de Markus Sokol, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Na sala da Biblioteca da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), no dia 13 de novembro, com patrocínio da Cátedra Celso Furtado, foi feito o lançamento do livro “Viagem a China, um relato comentado”, pela Nova Palavra Editora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O livro, publicado pela editora Nova Palavra é de autoria de Markus Sokol, dirigente da seção brasileira da 4ª Internacional e membro da Comissão Nacional Executiva do PT. Sokol compôs a delegação do PT que esteve na China, em junho, com outros dirigentes petistas, a convite do Partido Comunista da China. Além de ser uma “prestação de contas” aos petistas das atividades ali realizadas, o livro destaca questões sobre as quais é necessário abrir a discussão. Fatos, relatos, um pouco de história e reflexões, fornecem ao leitor elementos para a necessária discussão sobre a China na atual conjuntura mundial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Militantes, estudantes, trabalhadores e professores presentes puderam tomar contato com esta discussão.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="472" data-id="18773" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.58-1024x472.jpeg" alt="" class="wp-image-18773" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.58-1024x472.jpeg 1024w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.58-300x138.jpeg 300w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.58-150x69.jpeg 150w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.58-768x354.jpeg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.58-1536x708.jpeg 1536w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.58-696x321.jpeg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.58-1068x493.jpeg 1068w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.58-911x420.jpeg 911w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.58.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="561" data-id="18774" src="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.57-1-1024x561.jpeg" alt="" class="wp-image-18774" srcset="https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.57-1-1024x561.jpeg 1024w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.57-1-300x164.jpeg 300w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.57-1-150x82.jpeg 150w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.57-1-768x421.jpeg 768w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.57-1-1536x841.jpeg 1536w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.57-1-696x381.jpeg 696w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.57-1-1068x585.jpeg 1068w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.57-1-767x420.jpeg 767w, https://otrabalho.org.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-14-at-19.14.57-1.jpeg 1599w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">Destacamos também a mesa e a presença na atividade. Luiz Eduardo Greenhalgh, do Diretório Nacional do PT, fundador do partido; José Genoíno, ex-presidente do PT; deputado Nilton Tatto, da delegação à China; Joaquim Soriano, da Executiva do PT e da delegação; Francisco Foot, professor de literatura e do Instituto Confúcio da Unicamp; Armando Boito, cientista político e professor da Unicamp; Roseli Coelho, socióloga, professora e organizadora do evento da FESP; professor Alessandro Soares, do Direito do Mackenzie; professor Tomás Braga, da Cátedra Celso Furtado da FESP e José Castilho Marques Neto, professor de Filosofia da Unesp.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a></a> Na atividade, aberta por Greenhalgh, a palavra foi dada a Marina Soares, filha do jornalista e ativo colaborador da 4ª Internacional, Cláudio Soares, recentemente falecido. Mariana, que estava acompanhada por Simone, companheira de Cláudio, destacou a luta do pai e as atividades profissionais, entre elas a de um excelente revisor “para tornar os textos mais acessíveis aos leitores”, como ela disse. Trabalho que foi a última tarefa de Cláudio que terminou a revisão do “Viagem a China, um relato comentado”, dois dias antes de ser internado, vindo a falecer. A ele, em memória, Sokol dedica o livro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adquira seu exemplar e façamos a discussão!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como comprar?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Valores:<br>1 exemplar &#8211; R$ 25,00<br>4 ou mais exemplares &#8211; R$ 20,00 cada<br>A livraria de O Trabalho está localizada na Praça da República, 468, 7º andar, sala 71, São Paulo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para envio pelo correio:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Valor unitário &#8211; R$ 30,00; 4 exemplares ou mais R$ 25,00 a unidade</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para receber, envie comprovante, nome e endereço postal para o e-mail <strong>financas@otrabalho.org.br</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como pagar:</strong><br>Faça um PIX do valor do seu pedido para: <strong>0900 121 000 0179</strong> (CNPJ &#8211; Cepefor)<br>ou Transferência bancária para: BB, agência 3043 &#8211; CC <strong>107 562-0</strong> (CNPJ: 09001210/0001-79 Cepefor)</p>
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		<title>Nesta segunda, lançamento da edição 112 da revista A Verdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jun 2023 20:36:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos muito felizes em anunciar o lançamento da Edição 112 de nossa revista A Verdade! Esta edição marca o início do Congresso Nacional da IV Internacional e traz importantes reflexões para o debate. Esta edição da revista traz uma importante análise sobre a guerra na Ucrânia e suas consequências para o mundo. Para debater o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Estamos muito felizes em anunciar o lançamento da Edição 112 de nossa revista A Verdade! Esta edição marca o início do Congresso Nacional da IV Internacional e traz importantes reflexões para o debate.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta edição da revista traz uma importante análise sobre a guerra na Ucrânia e suas consequências para o mundo. Para debater o tema, contaremos com a presenta de Julio Turra, dirigente da IV Internacional e da corrente O Trabalho do PT. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Convide amigos, venha aprender e debater conosco! Marque na agenda: dia 19 de junho, às 19h00.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Link para o Zoom: https://us02web.zoom.us/j/84193008993?pwd=eHNIM21kT2JaQ0dwbU1aa04zbS82UT09</p>



<p class="wp-block-paragraph">Meeting ID: 841 9300 8993<br>Passcode: AV112</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até logo !</p>
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		<title>Já está à venda o livro Ciência e Revolução Social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 00:15:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Editora Nova Palavra está lançando o livro Ciência e Revolução Social, uma coletânea de textos clássicos que discutem o papel da ciência na sociedade burguesa, seu lugar no desenvolvimento do modo de produção capitalista, sua capacidade ou não de, por si só, resolver as contradições sociais. Recentemente, em função da pandemia do coronavírus, a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Editora Nova Palavra está lançando o livro Ciência e Revolução Social, uma coletânea de textos clássicos que discutem o papel da ciência na sociedade burguesa, seu lugar no desenvolvimento do modo de produção capitalista, sua capacidade ou não de, por si só, resolver as contradições sociais.<br><br>Recentemente, em função da pandemia do coronavírus, a ideia da ciência como divisor de águas na sociedade, opondo negacionistas aos que “seguem a ciência”, voltou a ser vendida pela burguesia e sua imprensa, na tentativa de construir um consenso que capturasse as organizações operárias e populares para uma plataforma comum de medidas para combater a peste. Mas seria mesmo razoável um consenso nacional em torno da ciência?<br><br>É esta questão que Ciência e Revolução Social põe em tela.<br><br>A ideia da ciência como uma força autônoma, desligada das transformações sociais forjadas na luta de classes, isto é, da ciência como um imperativo absoluto, motor da história, tem uma trajetória no debate do movimento operário.<br><br>É desse tema que trata o dirigente trotskista Gérard Bloch em seu texto Ciência, Luta de Classes e Revolução, do qual Ciência e Revolução Social reproduz, em nova tradução, largos extratos.<br><br>O prefácio de Engels a sua obra Dialética da Natureza, incluído em Ciência e Revolução Social demonstra que a emergência dessa forma específica de conhecimento é uma determinação das transformações profundas operadas na sociedade europeia pela revolução burguesa.<br><br>Trotsky aborda o problema do ângulo da defesa da ciência no quadro da decadência geral da sociedade burguesa. Este volume inclui seu artigo, “Materialismo Dialético e Ciência”, no qual o fundador da 4ª Internacional desenvolve seu argumento tanto sobre a continuidade da herança científica e cultural quanto acerca da necessidade da revolução proletária e da edificação do socialismo como condição da plena liberdade científica.<br><br>A coletânea traz ainda o clássico texto de Anton Pannekoek, “Marxismo e Darwinismo”, no qual o astrônomo e militante holandês discute as complementaridades e as distinções entre a obra de Marx e a de Darwin.<br><br>Ciência e Revolução Social inclui uma Introdução de José Eudes Baima Bezerra (A Ciência nos salvará?), e se completa com o artigo de Everaldo de Oliveira Andrade, “As Ciências e a Luta da Classe Trabalhadora”, que nos atualiza acerca da condição da produção científica no Brasil nos anos recentes.<br><br><strong>Peça o seu com os militantes da Corrente O Trabalho.</strong></p>
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		<title>Revista A Verdade &#124;&#124; n°110</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2022 00:32:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário mundial às vésperas da abertura da Guerra na Ucrânia é o objeto de análise do número 110 da revista “A Verdade”. O conjunto de discussões integra a preparação do 10º Congresso da 4ª Internacional, a se realizar num momento em que a crise mundial do capitalismo se aprofunda de maneira inédita. Como disse [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O cenário mundial às vésperas da abertura da Guerra na Ucrânia é o objeto de análise do número 110 da revista “A Verdade”. O conjunto de discussões integra a preparação do 10º Congresso da 4ª Internacional, a se realizar num momento em que a crise mundial do capitalismo se aprofunda de maneira inédita.<br><br>Como disse Lênin há pouco mais de um século, o imperialismo é a fase das guerras e revoluções. Encurralado pelas contradições insolúveis do mercado mundial e as tensões crescentes delas decorrentes, o imperialismo lança mão da guerra.<br><br>A Rússia, controlada por oligarcas surgidos da derrocada do Estado soviético, inicia uma guerra intercapitalista pelo controle de mercados, confrontando a pressão crescente do imperialismo estadunidense em território europeu. É uma guerra contra os povos ucraniano e russo, usado pelos governos do mundo inteiro para atacar os direitos democráticos e trabalhistas.<br><br>“Na raiz de toda esta situação, está a decomposição e o apodrecimento do sistema de exploração capitalista. Massas colossais de capital acumulam-se e não conseguem se valorizar num mercado mundial demasiado pequeno para o capital”, analisa o editorial desta edição.<br><br>A revista “A Verdade” 110 traz ainda um relato de um debate com jovens sobre a questão da ecologia (abordada no número 109) e matérias de análise e acompanhamento da situação na China, na Venezuela e em Guadalupe e Martinica.</p>
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		<title>Revista A Verdade &#124;&#124; Edição n° 109</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 15:24:01 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">O <strong>“Dossiê: Bens comuns, transição ecológica e energética e ‘economia verde’’’</strong> é o principal conjunto de textos da revista A Verdade 109 que acaba de ser publicada em português e já está à venda com os militantes da corrente O Trabalho.<br><br>A Verdade é a revista teórica da 4ª Internacional, que analisa e debate os problemas da luta de classes mundial, sendo uma ferramenta indispensável para armar os que se batem para libertar a humanidade do sistema de exploração no qual vivemos.<br><br>O dossiê se inicia com textos teóricos de décadas atrás, de Trotsky e do camarada Gerard Bloch, sobre a relação entre marxismo e ciência. Em seguida, outros seis textos analisam a política do imperialismo hoje em relação à devastação do meio ambiente provocada pelo capitalismo, sob diferentes prismas: a estreiteza do mercado mundial, a ação do capital financeiro, a atuação das multinacionais, o desenvolvimento da esfera digital, a questão da energia eólica e os interesses em jogo no desmatamento da Amazônia e do Pantanal Matogrossense.<br><br>O que se ressalta é a sanha destruidora do sistema capitalista em relação à natureza, sua incapacidade inata de mudar esse cenário e suas tentativas permanentes de associar as organizações políticas e sindicais do movimento operário com iniciativas de ilusórias uniões de interesses, como forma de tentar barrar a via da revolução.<br><br>A revista traz ainda as <strong>Notas do Secretariado Internacional da 4ª Internacional</strong> de análise da situação mundial, com destaque para o cenário de pandemia e a resposta de “união nacional” dada pelo imperialismo em todo canto, e um importante <strong>artigo sobre a unidade da luta do povo palestino</strong>, tanto na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, quanto no interior do Estado de Israel.<br><br>Com o tema central, o dossiê sobre ecologia, a Corrente O Trabalho vai organizar a discussão desta edição 109 na retomada do ano. <strong>Adquira seu exemplar: R$ 25,00</strong><br><br>Um tema que interessa a todos, mas em particular à juventude, que se preocupa com o mundo e o planeta que lhes oferece como “futuro” o sistema capitalista, e vive em condições cada vez mais precárias, para aqueles que não possam pagar o valor de capa, a revista será vendida a R$ 10,00.</p>
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		<title>Revista A Verdade &#124;&#124; Edição n° 108</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Aug 2021 13:47:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Verdade 108: a luta contra o imperialismo sob a pandemia A nova edição de &#8220;A Verdade&#8221;, revista teórica da 4ª Internacional, traz uma análise do uso mundial que o imperialismo faz da pandemia, na busca para ampliar sua ofensiva contra os direitos trabalhistas, sociais e democráticos. O texto evidencia que a crise econômica que [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">A Verdade 108: a luta contra o imperialismo sob a pandemia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A nova edição de &#8220;A Verdade&#8221;, revista teórica da 4ª Internacional, traz uma análise do uso mundial que o imperialismo faz da pandemia, na busca para ampliar sua ofensiva contra os direitos trabalhistas, sociais e democráticos. O texto evidencia que a crise econômica que atinge o modo de produção, em escala mundial, é um processo de fundo e que vem de longe. Frente à pandemia, usa-se em nível mundial o recurso dos apelos à &#8220;união nacional&#8221;, que servem sempre para que a classe operária perca direitos de forma definitiva, como se vê com a ofensiva em torno do teletrabalho e da uberização. Para a 4ª Internacional e suas seções, trata-se de reforçar a organização da classe operária de forma independente, para, a partir da defesa de suas condições de trabalho e de vida, passar da resistência à ofensiva na luta pela independência nacional e pelo fim do regime capitalista.<br><br>O número 108 da revista traz também artigos de atualidades sobre o início do governo Biden, nos EUA, e a impotência de seu plano para superar a crise do capitalismo; a crise política na Europa no contexto da pandemia; e o golpe de Estado militar contra o governo de Myanmar (ex-Birmânia), país do sudeste asiático.<br><br>A edição traz ainda um artigo que marca os 150 anos da Comuna de Paris, primeiro episódio da tomada do poder pela classe operária, e discute os elementos que mostram a sua atualidade.<br><br>A sempre importante luta contra a opressão às mulheres é abordada no artigo &#8220;O movimento operário e a questão das mulheres&#8221;, retomando os elementos de análise dos mecanismos usados pelo capitalismo para reduzir salários e direitos e o combate das mulheres no âmbito do combate de classe. Procure seu exemplar com os militantes da corrente O Trabalho.</p>
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