Servidores municipais de SP fazem ato simbólico na prefeitura para exigir medidas de proteção aos trabalhadores

O sindicato dos servidores públicos municipais de São Paulo (SINDSEP) realizou nesta manhã de quarta feira (17) uma manifestação na porta da prefeitura municipal.

O ato simbólico organizado pela diretoria do sindicato tinha como objetivo exigir da prefeitura medidas de defesa dos trabalhadores face à pandemia. As principais exigências são garantia de EPIs para todos, testes confiáveis, reconhecimento da COVID-19 como doença ocupacional, garantia de afastamento médico dos trabalhadores com casos suspeitos ou confirmados de COVID-19 e garantia de descanso.

Durante o ato, o diretor do sindicato, João Batista Gomes, denunciou o prefeito Bruno Covas “ele mandou abrir 13 mil covas, dizendo que queria dar dignidade aos mortos. É claro que queremos que os mortos tenham dignidade, mas antes de mais nada queremos que ninguém morra!”

João Gabriel, outro diretor do sindicato, denunciou a falta de testes: “não há testes para o pessoal da varrição, da assistência social e de várias outras áreas”.

Sérgio Antiquera, presidente do SINDSEP, anunciou que o sindicato protocolou um documento na prefeitura, renovando as exigências dos trabalhadores levadas ao ato.

O sindicato levantou também reivindicações gerais como o fim da política de terceirização e das Organizações Sociais (OSs) e o fim das demissões, além de levar uma faixa exigindo “Fora Bolsonaro”.

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